O Acordo Ortográfico
O Acordo Ortográfico visa uma normalização da escrita da língua portuguesa entre os países da CPLP (Portugal, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique e Timor-Leste).
Nos inícios do século XX houve várias tentativas falhadas entre Portugal e Brasil no sentido de estabelecer uma regra única para a escrita da língua portuguesa, pelo menos a nível científico (mas sem sucesso). Mais tarde, mais concretamente na década de 80, com a independência dos países africanos da língua oficial portuguesa, foram dados passos importantes neste sentido, com as negociações entre a Academia de Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras, que culminou com a assinatura do acordo em 1990, em Lisboa, entre todos os países da língua oficial portuguesa. No caso de Timor-Leste só foi possível fazer parte deste projecto a partir de em 2004, após a sua independência.
A reforma ortográfica de 1990 precisava apenas da ratificação de pelo menos três países para entrar em vigor, o que aconteceu em 2006, com a ratificação do Brasil, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e, em Maio de 2008, a ratificação por parte de Portugal. Tendo em conta que o acordo ortográfico foi assinado há 19 anos, não impediu que estes países o ratificassem. Porém, há já alguns países como Brasil e Cabo Verde, que prevêem a entrada em vigor do novo acordo ortográfico ainda este ano. No entanto, há para todos os países da língua oficial portuguesa um período de tempo considerável para a sua adaptação (antes da entrada em vigor, definitivamente) que, provavelmente, será em 2012.
Mas afinal, o que é que muda com o novo acordo Ortográfico? Qual será a reacção dos profissionais? Será que há um consenso em relação a este acordo?
São algumas as mudanças na língua portuguesa. Mudanças essas que se resumem a nível do vocabulário, introdução de algumas letras, mudanças na utilização de maiúsculas, nas utilizações dos acentos (circunflexos e grave) e mudanças na utilização do hífen.
Ora, vejamos então essas alterações em cada caso:
Vocábulos:
Segundo João Casteleiro e Pedro Dinis, são um total de 1140 palavras afectadas pelo novo acordo ortográfico. Destas 1140, 1026 vão sofrer alterações obrigatórias e definitivas, uma vez que são consoantes mudas, como: “cc, pc ct, pt”- ex.: “cc” – transacionado, lecionar, ação, ereção, reação, “pc” – percecionar, anticoncecional, adoção, conceção, “ct” – ato, atual, teto, projeto, “pt” - Egito, batismo. Nas sequências, mpt e mpc, o m é substituído por n ex: assunção e não assumpção.
Há, entretanto, um total de 114 palavras que passara a ter dupla grafia, por causa das diferenças na pronúncia, fundamentalmente entre Portugal – mais os países africanos da língua oficial portuguesa e Timor-leste (como por exemplo: Fricção, sucção, facto, pacto, bactéria etc.) e o Brasil (exemplo: frição, fato, pato …).
Maiúscula:
-Haverá mudanças também na utilização de maiúscula e minúscula, temos por exemplo os meses do ano e os pontos cardeais, que vão passar a ser escritos em minúsculas, assim como também, títulos de livros (atenção que a primeira letra deve ser escrito em maiúscula), nomes de praças, de ruas, de disciplinas ou mesmo das áreas do saber, como “português”,” matemática” etc.
Introdução de novas letras:
-Temos a introdução em definitivo do “K”, “W” e “Y”, isto é, o português passa a ganhar mais três letras. Alfabeto português passará de 23 para 26 letras.
Hífen: Nas palavras com os prefixos como “anti-“ e “co-“ deixam de se empregar o hífen, exemplo: co-piloto, passará a escrever-se “copiloto”. Quando as palavras prefixadas começam por “r” e “s” a letra duplica-se ex: anti-reflexo, passará a ser escrito “antirreflexo”.
Passará a ser usado em palavras prefixadas quando a palavra base começa com “h”, ex: anti-herói, e, também, quando a última letra do prefixo é igual a primeira letra da palavra seguinte ex: contra-ataque, excepto quando o prefixo começa por “co-“, como cooperação. Mantém-se a sequência de “m” e “n”, ex: circum-navegar. Não mudarão, também as palavras prefixadas por “pré-“, “prós-“, “bem-“ e “não-“.
Mantém, de igual modo a repetição do hífen na linha seguinte nos casos em que a mudança de linha se faz na posição do hífen, ex: “diretor-//-geral”, o mesmo acontece na translineação. Nos casos monossilábicos do verbo haver deixa de haver hífen, ex: há de, e não há-de.
O acento circunflexo: o circunflexo em vogais ô e ê mantém-se. Mas, por outro lado, podendo no entanto haver dupla grafia em palavras que se pronunciam de forma diferente, como por exemplo: a palavra tônico (Brasil) e tónico (Portugal e os países da língua oficial portuguesa). Ambas as formas estão correctas. O acento circunflexo também cai nas situações em que é utilizado para distinguir palavras monografas. Por exemplo haverá mudança na palavra pelo, e não pêlo, ou seja, estamos perante uma palavra com duplo significado, mas entretanto escreve-se apenas de uma maneira.
Em relação à utilização do acento em alguns verbos, vai haver mudanças por exemplo no verbo parar, que vai passar a ser escrito sem o acento, para e não pára, porém, vai manter o acento em outras situações como forma de distinguir da preposição, ex: (mantém-se) pôr, e não por.
O acento na letra u depois do q ou g, deixa de ser utilizado, exemplo: oblique e não obliqúe, para o conjuntivo presente e imperfeito de obliquar, assim como também agues e não agúes (do verbo aguar).
Como acabamos de ver, são algumas as mudanças do novo acordo ortográfico.
As opiniões dividem-se entre os que estão a favor e os que estão contra o novo acordo ortográfico, isto é, não há um consenso em relação a este acordo. O facto é que todos apresentam argumentos, quer a favor, quer contra a nova regra ortográfica. As vantagens ou desvantagens são subjectivas. Para nós (os mais velhos) pode ser um pouco difícil habituarmo-nos às novas regras, no entanto para os mais novos (com um bom trabalho a nível da educação) será fácil a adaptação, uma vez que a intenção, no fundo, é simplificar a escrita da língua portuguesa. De modo que posso dizer, que a intenção é também aproximar os países da CPLP a nível da ortografia, tornando a escrita da língua portuguesa uniforme entre os seus falantes.
Com esta breve exposição esperamos contribuir para um maior e melhor esclarecimento sobre a nova regra ortográfica.
Todavia, tomamos a liberdade de reunir um conjunto de bibliografias ou melhor de fontes (que utilizamos no nosso trabalho) e que achamos por bem pôr à disposição do leitor, caso queira aprofundar o seu conhecimento em relação a esta matéria. As obras estão disponíveis nas livrarias nacionais.
Fontes:
-Acordo Ortográfico, Guia Prático; Porto, 2008, ed.: Porto Editora;
-BECHARA, Evanildo, O que muda com o novo Acordo Ortográfico, ed.: Nova Fronteira;
-CASTELEIRO, João Malaca, Correia, Pedro Dinis, Atual – O Novo acordo ortográfico, o que vai mudar na grafia do português, Lisboa, 2008;
-CORREIA, Pedro Dinis, Vocabulário Prático da Língua Portuguesa, conforme o Acordo Ortográfico, Lisboa, 2008, ed.: Texto Editores;
-GOMES, Francisco Álvaro, O Acordo Ortográfico, Lisboa, 2008, ed.: Flumen/Porto Editora;
-SANTOS, Volnyr, SOBRE O ACORDO ORTOGRAFICO DA LINGUA PORTUGUESA, ed.: Rigel.
-SILVA, Maurício, O Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa: o que muda e o que não muda, ed.: Contexto.
-VIEIRA, Jair lot, O novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, ed.: Edipro,
Sites:
Meu caro Edmilson Varela, gostei muito do teu artigo, muito esclarecedor!
Já tenho 25 anos, não sei bem se estou na classe dos novos ou dos velhos para aprender as novas regras da língua portuguesa.
De qualquer forma, ainda que tivesse 100 anos seria 100% a favor do acordo ortográfico. Esta unificação das regras da escrita da língua portuguesa irá permitir que esta língua, que é a quinta mais falada no mundo, se afirme ainda e cada vez mais. Portanto, não é com critérios egoístas que o vou avaliar: «- ah, é que como sabe “burro velho não aprende línguas”». Por amor de Deus! Se isto não é egoísta não sei o que possa ser.
As resistências são normais em processos de mudança do status quo (a situação vigente), de forma que, muito sinceramente, não me trazem grandes preocupações.
Com o tempo aperfeiçoaremos os pontos menos conseguidos deste acordo ortográfico, com outros acordos. Não há nada da autoria do Homem que seja perfeito e, logo, não pode ser consensual. Nunca o Homem fez nada que agradasse a “gregos e a troianos”.
Temos de colocar nos pratos da balança os prós e os contras. Penso que, nesta matéria, as vantagens do acordo ortográfico suplantam largamente os inconvenientes.
Parabéns, um abraço!
Démis Lobo Almeida
P.s.: Publicarei brevemente um artigo sobre o o estatuto actual da língua portuguesa no mundo, que nos ajudará a perceber ainda melhor porquê que este acordo ortográfico é tão importante para a «língua de Camões».
A língua é realmente apatriada. Como podemos notar através dessa diversidade de nações e culturas expressando através da palavra os seus mais profundos sentidos. A mudança sempre ocorrerá.
Gostei muito do artigo!
Força!!!
Parabéns jovens! É bom saber que temos jovens Cv com “desejo de empreender”. Continuem… e com mais Força! querendo podem…
Ps: O nome do Lexicógrafo português é João Malaca Casteleiro e não “Casteiro”…
Caro Edmilson Varela,
De facto o seu artigo é bastante esclarecedor, como já foi dito. No entanto, tenho uma questão a colocar, que gostaria que respondesse, pois não sei qual a resposta correcta para ela.
Se alguém (um ‘velho’ como eu, por exemplo) se recusar a escrever portugês segundo as normas do Acordo Ortográfico e quiser manter o modo antigo de escrever, será que estará a escrever erradamente ou é uma questão de ‘gosto’?
Atenciosamente, JN
Lamento ver o Acordo Ortográfico ser legislado. A língua é uma coisa dinâmica, livre… Penso eu de que…
Este acordo nunca vigorará na pratica. E’ como o nosso crioulo e sua oficializaçao.
Como é que se vai ter acordo ortografico português quando nao aceitamos que o brasileiro que nos imponha o seu interviu, preferindo interveio do português classico. Isto so para pegar num exemplo fresco que vem no deabte sobre o português nas paginas de Opiniao da Semana.
Underdôglas
Primeiramente, elogio o seu artigo pela ousadia em tratar de um assunto simultaneamente polêmico e complicado, pelo fato de tratar-se de um tema recente que ainda está em fase de adaptação, fase essa que ainda levará tempo para ser assimilada, tendo maior apreensão, como você próprio indicou, pelas gerações futuras.
Creio que discussões da natureza do seu artigo devem ser pululadas cada vez mais, de maneira que a língua, que antes simbolizava um Estado, recentemente vem obtendo adaptações pela própria mobilidade sócio-cultural dos povos.
Vejo que mudanças são necessárias ao ensino linguístico como forma de adequação, sendo respeitadas as variações linguísticas de cada localidade, pois elas singularizam o lugar sem que esse perca sua interrelação com o plano externo.
Olá meu caro colega, Josiano Nereu !
Sim, realmente, é uma pergunta interessante e pertinente. Porém, como sabemos, um acordo é um acordo, a partir da entrada em vigor, que como disse no artigo, está previsto para o ano de 2012, difinitivamente, penso que até lá temos toda a liberdade para optarmos, no momento da escrita, entre o acordo, ainda vigente, e o novo acordo ortográfico. Contudo, a partir da data de entrada em vigor do novo acordo, penso que ai temos mesmo que respeitá-lo, principalmente no que diz respeito a uma escrita “científica”, isto é, a questão do “gosto” não prevalece, a não ser dentro do ramo da literatura (mas em algumas circunstâncias), visto que nesse ramo os escritores têm uma certa liberdade de “inventar”, “adoptar” novos conceitos ou formas de escrever.
Entendo, perfeitamente, as interrogações e dúvidas em relação ao novo acordo ortográfico, é normal. Por vezes, as mudanças não são muito bem vistas, mas são necessárias numa sociedade, neste caso, no seio da comunidade da CPLP. Foi neste sentido que não entrei muito nas questãos de vantagens e desvantagens, por considerar que isso depende um pouco da visão, ou seja , do ponto de vista de cada um.
Obrigado
Edmilson Varela
Do meu ponto de vista, este acordo é desnecessário.
A Lingua é um sistema cultural, e como tal é um sistema aberto, ou seja vai sendo, vai se constituindo, mas essa constutiução deverá ser natural, razoável e não deve ser forçada através de um decreto, não respeitanto a cultura e os valores específicos de cada um dos oito Países utilizam o Potuguês como lingua oficial.
A riqueza está na diversidade, e não se deve querer tratar como igual aquilo que é diferente.
Não se deve querer que pessoas que vivem em continentes diferentes, com os seus valores e as influências a que estão sujeitas, tenham exactamente a mesma forma de forma de escrever e de se expressar.
Emanuel Sousa
Germano Almeida escreve coisas em criologues e ate ja foi ou é livro de sala de aula, mas isso se calhar foi algum negocio.
Os brasileiros tem um biografia imensa e os portugues estão com medo da concorrencia, pois brasil tem livros mais baratos.
escritores como gernamo tb estão com medo, pois o pais é pequeno
Gostaria de dizer ao name que foram os brasileiros os primeiros a proporem um acordo ortográfico com Portugal. todos ficam a ganhar com o acordo ortográfico, mas o Brasil sai a ganhar mais com este acordo.
em primeiro lugar queria deixar aqui os meus parabéns por existir este espaço de debate, reflexão e partilha de conhecimentos, bem como aos seus integrantes!
em relação a matéria desenvolvida pelo meu caro colega e amigo edmilson,gostaria de deixar aqui bem patente o modo como foi abordado o assunto e uma escrita simples e que acho também esclarecedora! todavia, tratando-se de uma matéria muito pertinente, é óbvio que tinha ter os pós e contra! na minha opinião sobre o assunto o acordo ortográfico é um passo importante e um marco na historia da CPLP, visto que vai unificar a língua portuguesa na sua forma escrita,porém, este problema da escrita só se encontra no português do brasil, sendo os outros escritos da mesma forma!no entanto o acordo
ortográfico da língua portuguesa, como o meu amigo e colega disse e bem, será uma questão de pequenos alterações de letras e palavras, mas importante na melhor compreensão e interpretação!contudo, penso que é necessário haver um padronização da escrita do português, assim penso eu todos os países da cplp saiam a ganhar e reforçados tendo em vista a dimensão que a cplp tem no mundo e consequentemente a língua portuguesa!
meus parabéns
abraço
Natalino Almeida
As minhas saudações a todos os jovens que criaram e fazem viver a revista on line Tertulia Cioula. Assuntos e artigos muito interessantes! Serei fiel à leitura da vossa revista.
Mantenha para todos, abraços aos amigos e filhos dos amigos.
Longe de Cabo Verde, “nôs terra” vive no meu coração.
Emma (nicide na Pedra de Lume)
Este acordo vaidemorar muito para ser retido.
A palavra acordo implica aceitação combinada entre duas ou mais partes de um determinado assunto. Ou seja quando há um acordo, há um entendimento entra as partes envolvidas.
No caso do “acordo ortográfico” este entendimento parece estar difícil de se alcançar, porque isto implicaria questões muito mais profundas, no âmbito cultural. O Brasil, é o outro lado deste acordo. As diferenças de escrita e pronuncias são muito mais acentuadas. Por exemplo a palavra fato que em Portugal e Palop, é um vestuário, no Brasil é um acontecimento, que em Portugal é facto. O próprio Brasil, no Brasil escreve-se Brazil.
No meio de isto tudo a tendência é do Brasil distanciar-se deste acordo. Então teremos duas línguas oficiais, o português de Portugal, palop e Timor, e o brazileiro do Brazil.
Meu caro Artur Pires,
Em primeiro lugar gostaria de lhe agradecer pela atenção que teve na leitura e no comentário do referido artigo.
Concordo em pleno com o que disse em relação ao “acordo”, realmente o acordo visa o entendimento entre as duas ou mais “partes”, com mútuo interesse, envolvido numa determinada questão. Penso que neste sentido estamos de acordo, mas, também, não podemos esquecer que o tal “Acordo” (Ortográfica), que como disse nos primeiros parágrafos do artigo, já há esse entendimento, data de 1990.
De facto, estamos aqui perante duas “blocos”, fundamentais e “distintas”, que são o português do Brasil e o português de Portugal, mais os países africanos da língua oficial portuguesa e Timor-Leste. Entretanto, a mudança, no fundo, visa a normalização e simplificação da escrita da língua portuguesa entre os países da CPLP. Pode, porém, constatar que no que diz respeito aos vocábulos que referiu vai haver mudanças mas não na totalidade, dado ao facto de existir estás duas particularidades de pronunciação entre os dois “blocos” supra mencionado.
Muito obrigado.
Cordialmente,
Edmilson Varela
claro que o underdoglass (que é o mesmo indivíduo que assina al binda) não é a favor do acordo ortográfico, pois isto retirar-lhe-ia os argumentos contra a ortografia da língua caboverdiana.
quanto ao senhor amílcar tavares, só posso dizer que a idotia não paga imposto
Chego tarde para dar os parabens ou parabenizar (palavra português-Brasil adoptada para português-Portugal) pelo artigo, mas não podia deixar de mostrar o meu agrado ao ler um artigo tão bem preparado e esclarecedor!! Acho que a unificação da língua foi realmente bem pensada, tenho de dizer que segundo o artigo aqui publicado, há palavras que vão ficar um bocado confusas, como p. ex. “para” no significado de “pára” !!! Esperemos resolver esta até 2012…
Até breve,
Patrícia Rocha
P.S- um “Olá” á melhor amiga da minha mãe (Eurizanda Rendall), Emma Bonnaffoux (nacid na pedra de lume)
Tu és mesmo burro, burro na ladera! Sabes porquê? Porque estou-me nas tintas para acordos ortográficos sejam eles donde vierem.
Cago no acordo português, e cago na ortogorafia do alupec crioulo!
Estou aqui apenas a divertir-me. Na realidade cago nisto tudo, porque ja estou velho para re-aprender a escrever sob que autoridade for!
Olá tertulia.crioula.com,
Parabéns pela alteração que facilita a leitura “este fundo branco”. Não será má ideia repor os textos pulblicados na barra vertical para permitir um acesso rápido aos mesmos.
Abraço para vocês todos!