Oficialização do Crioulo: Sim, Não ou “Nim”?!

Démis Lobo Almeida

Uma Perspectiva Incompreensivelmente Marginalizada, a Constitucional.

Por: Démis Lobo Almeida1

«Há sempre que interpretar a Constituição como há sempre que interpretar a lei. Só através desta tarefa se passa da leitura política, ideológica ou simplesmente empírica para a leitura jurídica do texto constitucional, seja ele qual for. Só através dela, a partir da letra, mas sem se parar na letra, se encontra a norma ou o sentido da norma.»

Jorge Miranda, in: Manual de Direito Constitucional, Tomo II

A Constituição da República de Cabo Verde (CRCV), enquanto lei fundamental ou suprema do país, deve, no nosso entendimento, ser o ponto de partida do debate em torno da questão de se saber se a língua materna cabo-verdiana2 deve ou não ser oficializada. Toda a confrontação de ideias nesta matéria, seja com o recurso a meras opiniões, seja com o auxílio de arrojadas argumentações, que ignore ou marginalize a sua perspectiva constitucional é um labor intelectual à partida inquinado, já que a Constituição cabo-verdiana não é omissa quanto a esta temática, antes pelo contrário.

A prova do que acabamos de afirmar tem a sua sede no art. 9.º da CRCV, cuja epígrafe é “Línguas oficiais”, que reza o seguinte: «1. É língua oficial o Português. 2. O Estado promove as condições para a oficialização da língua materna cabo-verdiana, em paridade com a língua portuguesa. 3. Todos os cidadãos nacionais têm o dever de conhecer as línguas oficiais e o dever de usá-las.».

Diante deste preceito constitucional, não conseguimos vislumbrar a possibilidade da discussão em torno da temática da oficialização da língua cabo-verdiana ignorar ou secundarizar a perspectiva constitucional. Assim, causa-nos imensa estranheza (e até alguma perplexidade) que este debate seja travado, tanto em Cabo Verde como na diáspora, por sinal de forma muito intensa, sem colocar na linha da frente o panorama constitucional. É que, no nosso sentir, a abordagem constitucional desta temática é absolutamente fundamental para a sua compreensão e para uma tomada de posição com um mínimo de autoridade.

A disposição constitucional que acabamos de sublinhar suscita-nos algumas inquietações que não podemos deixar de tentar ultrapassar.

(1) Antes de mais, há que esclarecer por que razão a Constituição cabo-verdiana fala de “línguas oficiais” (no plural) e não de “língua oficial” (no singular), seja na epígrafe do art. 9.º da CRCV, seja no número 3 deste mesmo artigo, sabendo, como sabemos, que em Cabo Verde só há uma língua oficial (o Português) e não duas ou mais (como de resto não deixa margem para dúvidas o número 1 do artigo 9.º da CRCV).

Isso acontece pois da interpretação do artigo 9.º números 2 e 3 da CRCV se retiram «normas constitucionais programáticas ou directivas», também conhecidas por «normas constitucionais determinadoras de fins e tarefas para o Estado»3. Estas normas caracterizam-se pelo facto de a sua eficácia estar dependente da verificação de condições institucionais ou de facto, portanto, só serão verdadeiramente eficazes no dia em que estas condições estejam reunidas. Por outras palavras, são normas que visam o alcance de determinados fins (neste caso, a oficialização da língua materna cabo-verdiana) e a transformação não só da ordem jurídica mas também das estruturas sociais ou da realidade constitucional4 (o que acontecerá a partir do momento em que o crioulo ascender à condição de língua oficial a par do português).

Assim, fala-se de “línguas oficiais”, não por já haver mais do que uma língua oficial, mas sim, porque estamos em presença duma norma constitucional programática que atribui ao Estado a incumbência de criar, em tempo razoável, as condições jurídicas e materiais para que o crioulo possa ser oficializado e aí sim passemos a ter duas “línguas oficiais”. Esta leitura é, aliás, corroborada por uma interpretação sistemática do artigo 9.º da CRCV. Repare-se que depois da epígrafe5, que não tem qualquer valor normativo, só se fala de “línguas oficiais” no número 3 deste artigo. Isso acontece porque o número 2 do artigo atribui ao Estado a tarefa de oficializar a língua cabo-verdiana, de maneira que o número 3 já aponta para um cenário em que esta língua já está oficializada. É por isso que se fala nas “línguas oficiais”.

Devemos, contudo, deixar claro que embora o núcleo essencial desta norma seja de cariz positivo, ou seja, investe o Estado no dever de agir de forma a criar, num lapso razoável de tempo, as condições necessárias para que o fim por ela fixado (o da oficialização do crioulo em paridade com o português) seja alcançado, ela não deixa de ter também uma vertente negativa, ou, noutros termos, de defesa contra violações, o que significa que não pode o Estado, nem por acção nem por omissão, eliminar ou enfraquecer os deveres e obrigações decorrentes da sua garantia6, sob pena de inconstitucionalidade material.

Por esta razão, estas normas vinculam o Estado no sentido de trabalhar para que, de forma progressiva, se criem as condições conducentes ao alcance do fim por ela fixado7.

(2) Nesta senda e tendo, nomeadamente, em vista a redacção do número 2 do artigo 9.º da CRCV, não vemos qualquer margem, do ponto de vista constitucional, para não se defender a oficialização do crioulo. Efectivamente, entendemos que a oficialização da língua materna cabo-verdiana é, inegavelmente, um imperativo constitucional.

Esta conclusão decorre, em primeiro lugar, do postulado da efectividade das normas constitucionais8, segundo o qual a uma norma fundamental tem de lhe ser atribuído o sentido que maior eficácia lhe dê, o que significa que tem de lhe ser conferida, conjugada com as demais normas constitucionais, a máxima capacidade de regulamentação e concretização. Ora, defender, sem mais, que o crioulo não deve ser oficializado, é o mesmo que afirmar que a norma ínsita no n.º 2 do art. 9.º da CRCV tem uma natureza meramente proclamatória o que contraria absolutamente a seu carácter programático a que já tivemos a oportunidade de aludir.

Em segundo lugar porque no que tange a regras sobre a interpretação constitucional, embora a constituição não o diga expressamente, a doutrina9 tem entendido que a regra da interpretação expressa no artigo 9.º do Código Civil segundo a qual a interpretação não deve cingir-se à letra da lei, deve ter em conta, também, o pensamento legislativo, pensamento este que deve ter, pelo menos, um mínimo de correspondência verbal com a letra da lei. Esta regra é substancialmente constitucional, considerada como um costume constitucional praeter legem. Nesta linha de raciocínio, não se pode admitir que pura e simplesmente se diga que o crioulo não pode ser oficializado, pois este entendimento não tem um mínimo de correspondência com a letra do número 2 do art. 9.º da CRCV.

(3) Uma outra interrogação que nos inquieta a alma surge a propósito da redacção do número 2 do art.9.º da CRCV, quando se prevê a «oficialização da língua materna cabo-verdiana, em paridade10com a língua portuguesa». Quais as ilações a retirar do emprego do termo “paridade”?

Duas leituras são possíveis, no nosso entendimento: a primeira seria interpretarmos o termo “paridade” como sinónimo de “análogo” ou “semelhante”, o que nos levaria a concluir que o legislador constituinte quis que o, no futuro, o crioulo (depois de oficializado) viesse a ter um estatuto próximo ao que tem hoje o português; a segunda, passaria por interpretarmos o vocábulo “paridade” como sinónimo de “igualdade” ou “equivalente”, o que implicaria defender que constitui vontade do legislador constituinte que a língua cabo-verdiana venha a ter no futuro o mesmo estatuto que tem hoje a língua portuguesa.

Propendemo-nos a esta segunda leitura. Nenhuma razão existe para que não se defenda que a língua cabo-verdiana deve ter a mesma dignidade que tem hoje a língua portuguesa em Cabo Verde. Antes pelo contrário, se partirmos do pressuposto que a nossa língua de comunicação em Cabo Verde, por excelência, é o crioulo e não o português, a vida social faz-se comunicando em crioulo e não em português e que só utilizamos o português em situações oficiais ou noutras circunstâncias análogas ou ainda para nos comunicarmos com pessoas que não compreendem o crioulo, etc., então temos de concluir que nada impede que no futuro a língua materna cabo-verdiana, a partir da sua oficialização, venha a ter um estatuto de alguma vantagem sobre o estatuto que a língua portuguesa ocupa actualmente em Cabo Verde.

Desde já, por razões históricas. A luta de libertação nacional teve como um dos principais propósitos a afirmação da identidade da nação cabo-verdiana e por isso foi, parafraseando Amílcar Cabral, sobretudo um acto de cultura. Ora, sem sombra para dúvidas, a língua materna de um povo faz parte do núcleo essencial do seu património cultural, é aquilo a que se convencionou chamar um património cultural imaterial.

Por outro lado, é a própria Constituição da República de Cabo Verde quem nos leva a esta conclusão. Fá-lo, primeiramente, no seu preâmbulo quando este prevê, no seu primeiro parágrafo, que a proclamação da independência nacional foi um «factor de identidade e de revitalização da nossa condição como povo».

Mas a Constituição não fica por aqui. Repare-se que o art. 9.º da CRCV para além de tudo quanto já foi dito, tem um posicionamento sistemático interessante, segue-se ao artigo relativo aos “Símbolos Nacionais” (A Bandeira, o Hino e as Armas Nacionais). Terá este posicionamento sistemático sido feito de forma inocente? Pensamos que não. Ele só demonstra o elevado patamar de dignidade que o legislador constituinte coloca a língua materna cabo-verdiana.

Mas mais, a Constituição da República de Cabo Verde em várias disposições reitera a necessidade de preservação, valorização e promoção (1) da cultura, (2) da identidade da nação e (3) da língua materna cabo-verdianas.

Assim, por exemplo, segundo o art. 7.º da CRCV (Tarefas do Estado) «São tarefas fundamentais do Estado: a) (…) preservar, valorizar e promover a identidade da nação cabo-verdiana, favorecendo a criação das condições sociais, culturais, económicas e políticas necessárias; (…) i) Preservar, valorizar e promover a língua materna e a cultura cabo-verdianas; (…) k) Proteger (…) o património histórico-cultural (…) nacional». À luz do art. 78.º da CRCV (Direito à cultura), «1.Todos têm (…) o dever de preservar, defender e valorizar o património cultural. (…) 3. Para garantir o direito à cultura, incumbe especialmente ao Estado: (…) c) Promover a salvaguarda e a valorização do património cultural (…); f) Promover a defesa, a valorização e o desenvolvimento da língua materna cabo-verdiana e incentivar o seu uso na comunicação escrita». Segundo a letra do art. 84 da CRCV (Deveres para com a Nação e a comunidade), «Todo o cidadão tem o dever de: (…) g) Contribuir activamente para a preservação e a promoção (…) da cultura (…); h) Defender e preservar (…) o património cultural».

Estas disposições constitucionais consagradoras de garantias, direitos e deveres fundamentais demonstram o quando a “Constituição cultural” se preocupa com a língua cabo-verdiana, preocupação que não é dispensada, pelo menos em termos paritários, à língua portuguesa.

 

(4) No contexto político que nos encontramos, com o despontar do processo de revisão ordinária da Constituição da República de Cabo Verde, há uma quarta interrogação que não se pode calar: o facto de a oficialização do crioulo ser, como estamos convencidos, um imperativo constitucional, dá ao Estado o direito de oficializa-lo a todo tempo de forma meramente formal, por intermédio de uma revisão constitucional, como pretende o grupo parlamentar do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV)11?

Pensamos que não.

Sente-se em todos os fóruns onde a questão da oficialização do crioulo vem a lume que ainda a sociedade cabo-verdiana tem imensas dúvidas e reservas quanto ao significado e consequências da “oficialização do crioulo”, havendo ainda uma larga franja de cabo-verdianos que se opõe frontalmente a esta possibilidade.

Independentemente das justificações que se podia dar para este fenómeno, há uma razão que nos parece obvia: a esmagadora maioria dos Cabo-verdianos não faz a mínima ideia daquilo que já foi feito (e que é muito!) para que a língua cabo-verdiana seja oficializada e sobretudo quais as consequências da oficialização do crioulo. Para muita gente a oficialização do crioulo se materializará na imposição de uma ou outra variante do crioulo sobre as demais, pelo que esconjuram a possibilidade de o crioulo ser oficializado, temendo a subalternização da variante que fala.

Quando a Constituição diz que o «Estado promove as condições12 para a oficialização da língua materna cabo-verdiana» (art. 9º, n.º 2 da CRCV), está também a se referir às condições sociais. A oficialização do crioulo não pode ser imposta aos cabo-verdianos por um punhado de governantes, de deputados nacionais e de intelectuais, supostamente entendidos na matéria. Isso, a acontecer, seria uma violação grosseira dos princípios da democracia social e cultural, expresso no art. 1.º, n.º 3 da CRCV («A República de Cabo Verde assenta na vontade popular e tem por objectivo fundamental a realização da democracia (…) social e cultural») corolário do princípio do Estado de Direito Democrático (art. 2.º da CRCV).

Enquanto o dossier da oficialização do crioulo não estiver suficientemente socializado, enquanto os cabo-verdianos não souberem qual o verdadeiro significado da “oficialização do crioulo” e quais as consequências advenientes desta oficialização, enquanto o governo de Cabo Verde não promover um amplo debate nacional e além fronteiras (na diáspora, onde reside a maior parte dos cabo-verdianos), enfim, enquanto sobreviver o “tabu da oficialização do crioulo” alimentado pela total falta de informação dos cabo-verdianos; o crioulo não pode ser oficializado, pois ainda “as condições” a que se refere o art. 9.º n.º 2 não estarão reunidas.

Assim, pensamos que a proposta de oficialização do Crioulo feita pelo grupo parlamentar do PAICV é intempestiva e materialmente inconstitucional, por ignorar a condição suspensiva imposta pelo art. 9.º, n.º 2 da CRCV.

Alguns sugerem que devia-se fazer um referendo nacional e deixar o povo cabo-verdiano escolher se quer ou não que a sua língua materna seja oficializada. Salvo o devido respeito, em coerência com as posições que temos adoptado, não concordamos com esta proposta de solução. Nos termos da Constituição, a oficialização do crioulo não é uma possibilidade, é um imperativo! Assim, não se pode admitir que o povo vá dizer “sim ou não” àquilo que a constituição diz “sim, mas a seu tempo”.

Admitimos sim, a possibilidade de se fazer uma consulta popular para se saber se as pessoas se consideram suficientemente esclarecidas quanto ao que verdadeiramente significa “oficializar o crioulo” e às consequências advenientes desta oficialização. Tenho a certeza que aqui o “não” ganharia, pois se até os mais proeminentes e participativos cidadãos têm dúvidas quanto a estas matérias, imaginem o que não terá o cidadão médio.

Em suma, no nosso entendimento, salvo melhor opinião, a oficialização do crioulo deve ser feita mas num momento em que todas as condições impostas pela Constituição estejam reunidas, condição que ainda não se verificou. Até lá, não se pode admitir uma tal façanha jurídico-constitucional.

Tenho dito!


  1. Jurista. Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e Mestrando em Direito (Ciências Jurídico-políticas) pelo Instituto de Ciências Jurídico-políticas desta mesma Faculdade. ^
  2. Neste trabalho utilizarei indiscriminadamente as expressões: «língua materna cabo-verdiana», «língua cabo-verdiana» ou «crioulo». ^
  3. Cfr. JJ Gomes Canotilho, «Direito Constitucional e Teoria da Constituição», 7.ª edição, Coimbra, Livraria Almedina, 2003, p. 1172 ^
  4. Cfr. Jorge Miranda, «Manual de Direito Constitucional», Tomo II, 6.ª edição (revista e actualizada), Coimbra, Coimbra Editora, 2007, p. 281 e ss. ^
  5. A epígrafe de um artigo é uma espécie de título deste artigo. Pode ajudar na interpretação do artigo, mas não tem qualquer valor normativo ou principiológico, havendo mesmo casos em que um artigo, simplesmente, não tem epígrafe. ^
  6. Neste sentido, JJ Gomes Canotilho, «Direito…» ob. cit., p 1172; também, Jorge Miranda, «Manual…», ob. cit., pp. 283 e 294. ^
  7. Cfr. Jorge Miranda, «Manual…», ob. cit., p. 283. Também, JJ Gomes Canotilho, «Direito…», ob. cit., p. 1176 e 1177 ^
  8. Cfr. J. Miranda p.304 e ss. ^
  9. Cfr. Por todos, Jorge Miranda, «Manual…», ob. cit., pp. 310 e 311 ^
  10. Sublinhado nosso. ^
  11. O PAICV é o partido no poder em Cabo Verde, ostenta uma maioria absoluta no parlamento e sustenta o governo. ^
  12. Sublinhado nosso. ^

1.223 comentários

  • Undertaker diz:

    O DoCabo meteu alguma senha secreta para comentar neste espaço? Há um desorientado JOSÉ de Al Binda Kakoi Underdoglas Beto Silva BOUQUINHAS que anda a ser cavalgado pelo Undertaker no Opinião da asemana e que ele diz que este site está a exigir Senhas. Eu não meti nenhuma senha. Só ao sapiente do Kakoi é que se lhe exige Senha? Coitado do meu Paciente. É o que dá quando um Paciente se quer meter com o seu Guru. Vamos activar ests discussões, agora sobre o malfadado alupekaz. Já que o crioulo não foi penosamente oficializado, temos de fazer o funeral ao alfabeto doz alupekaz. Em cima há links onde pode-se ir ver os antigos comentários.

  • DoCabo diz:

    Primer m´queria dá nhis parabens pa Tertuliacrioula por ter seguide conselhe de Undertaker e brindode nôs c´esse novo visual de Claridade.
    M´ca querê sugeri Tertulia censura ma ca tem duvda que a partir d´agora, alupekisse ta fcá mute mal nesse site.

    Tudegente compriende mode Criol ca passá na Assembleia, pamode a-lu-pe-c! Más nada!

    Afinal Marça bo ca ta passa dum Chibin manso, bestide pele de pele de Ti Lobo!
    Marça bo ê um TiLobo sem dente! Chibim Marciano!

    Bo alupec ere bos dente, bos dente era bo basofaria e TiLobo sem dente pa cmê carre (financiamentos), ca ta demorá mute el ta morrê!

    Vade retro! M´ca podê perde más tempo ma bo!

    DoCabo

  • KONTADORIS DI KA-SI diz:

    Kel li e mas un prova ma nhos ta konta so mentiras! Na Parlamentu, ka sa ta diskutida ALUPEC, mas sin, si dja txiga ora di ofisializa LINGUA kabuverdianu.

    Nhos e ton ignoranti ki nhos ka ta konsigi distrinsa entri ALUPEC (Alfabeto Unificado Para a Escrita do Cabo-verdiano) i LINGUA kabuverdianu.

    Enkuantu na 1999 menus ki 33% di Deputadus Nasional defende ma dja txigaba ora di ofisializa, di es bes (2 i 3 di Novenbru di 2009), mas di 56% atxa ma dja txiga ora di ofisializa.

    Un grandi vitoria pa defensoris di nos lingua!!! Un grandi derota pa alienadus, bairistas duentiu i ajentis di kolonialismu!!!

    PUR ISU KI NHOS KONBERSU KA TA OBIDU – nhos sabe so konta ka-si!!!

  • OPINION DI CARLOS VEIGA diz:

    Na parti final di entrevista publikadu na jornal “A Nação” di 05/02/2009, Dr. Abraão Vicente purgunta Dr. Carlos Veiga:

    “Konselhu di Ministrus di 22 di janeru aprova Dekretu-Lei ki institui Alfabeto Unificado Para a Escrita do Cabo-verdiano (ALUPEC) komu Alfabetu Kabuverdianu. Nhu ten algun kuza pa fla sobri isu?”

    Veiga responde: “Pur inisiativa di Ministru António Jorge Delgado, Governu di MpD aprova, a titulu sperimental, ALUPEC komu alfabetu ofisial di nos lingua. Duranti un fazi intermediu indispensavel ti ofisializason di kabuverdianu, Governu di MpD kreba promove uzu alargadu di ALUPEC, dezignadamenti na jornais, obras literariu, testus di teatru, etc. Nha entendimentu e ma aprovason, gosi, des Dekretu-Lei signifika ma ALUPEC dexa di ser sperimental pa el pasa ta ser alfabetu ofisial [definitivu]. Sen opina si ta justifika o non ofisializa kabuverdianu, sienti di universu limitadu di konsumidoris di nos lingua maternu, N ka ten nada kontra aprovason di es Dekretu-Lei. Mas, enkuantu Kabuverdianu, N al fikaba sabi si es aprovason [a titulu definitivu] sa ta kontiseba na sekuensia di un intensu trabalhu di promoson di skrita na kabuverdianu, ki debeda inisiadu desdi aprovason di ALUPEC a titulu sperimental [na anu 1998].”

    Nhos ba le jornal na http://www.recortes.cv. Nos nu ka ta konta ka-si. Nos nu ta da fontis pa konferi. Nu ta da provas.

  • Gilson diz:

    O Marciano está mesmo desorientado. O ALUPEC foi chumbado e será novamente

  • kakoi diz:

    o mesmo carlos veiga ja corrigiu a versao citada acima sobre o alupec, dando agora uma entrevista ao expresso das ilhas em que ele retoma todo o fraseado acima referida mas para concluir que nada disso foi feito, pelo que nao pode haver o crioulo na constituiçao; nao houve livros, nao ha ensino etc, pelo que nada feito nessa manteria sublinha carlos veiga. O alupec est mesmo enterrado; queria agora dizer aos donos desta tertulia que com este novo formato instauraram aquilo que pode ser vista como censura antecipada, pelo que as pessoas ja nao reagiram aos artigos; é lamentavel que tenham-se deixado dobrar a espinha dorsal por um néscio como underkapaz. Tenho de vos dizer que ja nao regresso mais pois este formato nao ajuda o exercio da liberdade de expressao.

    Kakoi

  • Undertaker diz:

    Parabéns ao site pelo novo formato. (Desculpem os termos, a seguir, porque a situação me obriga a usá-los) Dizem que sou educado ty kaba na zero, mas, também, quando tenho de resolver algo, não tenho pudor em aceitar o convite do Kakoi para eu entrar dentro do seu tchikero cerebral para pelejar com ele. Saio sempre vencedor dos confrontos. Um foi pouco; dois, que dizem qie é bom, para ele não o era e ele quer a terceira vez, para ele ver, por teimosia, se consegue ganhar e defender a honra, mas não o deixo. Qualquer dia vou ter de usar uma só mão e a esquerda só para o humilhar ainda mais. Sabem porque é que o Kakoi ja fugiu daqui e disse que não vai voltar? É porque este burro anda a ser cavalgado pelo Undertaker no artigo de Opinião no asemana. Ele difamou este site tertulioso a dizer que andam a pedir senhas e portanto, a controlar as pessoas. Como mudaram o visual e ele nem sequer consegue entrar aqui, ele só podia dizer isso. Já lhe dei a papinha toda feita, do limk, variadas vezes, para ele entrar aqui, mas até que enfim que alguém o conseguiu meter aqui. A antiga desculpa da raposa era de que “as uvas estão verdes”. Peço, mais uma vez, desculpas pela expressão e termos que usei, mas, sinceramente, não encontro outros termos melhor para adjectivar a esse burro elevado á exponencial potencia. Podem crer que vou cavalgá-lo num outro sitio, porque ele já fugui daqui. Nhoryz pody sta certo ma timenty burro boka preto ka surra nka ta kargal,pamody amy e sima kel bitcho q ta frado Saudy. Se ele (Kakoi) não tem lábios pretos, podem dizê-lo para os pintar e começar a zurrar até que eu o oiça. Pelos vistos é a terceira vez que o selo, desde 2007. Os que se querem atrever comigo, tem de ter fibras cerebrais para poderem aguentar. O marsi-anus que ganhe tino, porque para mim ser Kakoi ou Marsi-anus não perdoo a ninguem que me quer enfrentar.

  • Liz Kabêl diz:

    No momento em que se volta, pela enésima vez, a falar no ANONIMATO, apraz-me muito seleccionar esta sua frase (de David Leite) que cito:

    “A bem dizer, quem vem animando este diálogo são os comentaristas, muitos dos quais com valiosos contributos que o tornam bastante construtivo”.

    Esta frase é um elogio ao ANONIMATO, depois de o autor ter no inicio, com o seu primeiro artigo, emitido reticências quanto ao numero expressivo de pessoas que escrevem sem declinar os seus nomes de baptismo!

    Vejo que mudou de ideias ou pelo menos aceitou as novas regras que a Net impoe à classe letrada convencida que so ela pode escrever e falar.

    Se volto a esta questao é porque uma vez mais um tal de Virgilio que escreve ex cathedra a partir de Lisboa dando liçoes ao Cabo verde inteiro volta a atacar aqueles que escolheram um pseudónimo ou muito simplesmente o anonimato para participarem no Agora que é a Net.

    Volta e meia Virgilio investe o espaço publico netiano para ensinar aos outros como escrever sobre a Politica, o Direito, a Religiao, a Filosofia, a Cultura…. Sim, esse que andou a dissertar sobre o crioulo e a inconstitucionalidade de um decreto como se estivesse a mandar chuva num chao ja molhado.

    Esse que fala com Deus, que pensa alias ser Deus, trata por tu Terêncio, sem saber se guardou dele o lado escravo ou a banda eunuca. Dá vontade de dizer que ele é todo um teatro.

    Faz discurso à plebe crioula como se fosse Cícero, distribui bençãos e perdões como se de Messias se se tratasse. Esse Virgilio aí nao é pecador como qualquer um! Ataca todos a partir de Lisboa; Nem o Supremo Tribunal e os seus venerandos juízes, esses analfabetos que nem sabem interpretar um acórdão, se sao poupados; tao pouco os intelectuais e pensadores, porque a terra crioula ficou estarrecida!

    Que sobra pois ao super-Virgilio a nao ser os anónimos? Mas com que direito escreverao esses anónimos? Onde foram buscar os seus pergaminhos? Quem deu luz verde a anónimos?

    Quem sois vós senhores pseudónimos que resolvem afrontar a minha condiçao de Pensador-Mor, eu Virgilio de Lisboa? So eu, Virgilio de meu nome igual ao outro, posso veicular o meu pensamento, porque divino; so eu Virgilio, tenho direito a exprimir o que penso, falo e escrevo sabendo que à minha volta é so secura!

    Mas nao ha ninguém que ponha esse Virgilio descerebrado no seu lugar?! Nao ha ninguém que do alto do seu anonimato, diga a esse senhor que ele pode escrever tudo o que quiser, mas que o mesmo direito têm os outros? Que o mundo nao é so ele? Que nao é porque ele diz que Deus existe que Deus existe?! Que nós os anónimos estamos fartos do seu poder de perdoar a Manel Juquim ou Fulano?!

    Que a gente manda a ele e ao seu perdão la para o dezapique d’Infêrr?!

    Enfim, que ele pode escrever e assinar Virgilio 10 mil vezes, mas que nao é por isso que vou passar a saber quem é a pessoa? Que alias me estou nas tintas para quem seja Virgilio? Que aqui quem manda é o povo anónimo?

    Ele que escreva que esse papel nos servirá para a lata das 10 horas!…

  • Undertaker diz:

    Se este JOSÉ Kakoi Liz Kabel Underdoglas Al Binda Underidiota BOUQUINHAS continuar na sua teimosia e a olhar para o seu convexo espelho do seu carro e ver a sua informe imagem e pensar que é o Undertaker, vou ter de o obrigar a dançar “Poy mo na tchom” á força. Podem crer que vou fazer isso.

  • DoCabo diz:

    M´querê disde d´agora lançá um desafio pa tude Pove de Cabo Verde, pa nô organizá um Manifestação Maciça na sentido de nôs manera CLARIDOSA de escrevê linga Caboverdian ser aprovode ô na Conselhe de Ministre (moda ês fazê c´alupec) ô na nôs Assembleia Nacional!

    Nha sugestão ê que na dia que ZIZIN FIGUERA tiver ta lançá sê Livre de Storias Mindlenses de Soncente Cab Verd tudo Pove de Soncente ta saí pa rua a favor de nôs Lingua Cabo verdiana!

    A partir de agora m´qrê tchá clóre, que nô ta vivê no Pais Democrático, quem qrê escrevê na alupec ele podê fazê-l, ma também Estado tem que dá nôs possiblidade de escrevê nôs Lingua Caboverdiana de nôs manera!

    Cultura de ninhum Ilha cá podê sobrepô cultura de ote Ilha !
    Já basta de tratá Gente mode fidje de pai incógnito, mode nôs tudo ê fidje de dentro de Cab Verde!

    Quem tiver d´acorde c´esse Sugestão tá escrevê na quês Site de Democracia (claro c´sês permissão) más utilizóde na Cab Verde.

    Um abraço de tamonhe de Cab Verde

    DoCabo

  • ideial diz:

    Isso e uma grande ideia do docabo. Ninguem tinha pensado nisso. Muita gente vai pensar nela agora.

  • Liz Kabêl diz:

    Benvindo senhores tertulianos! Volta de regresso o antigo formato e é assim que está bom. Neste formato o leitor abre a pagina e tem logo à frente todas as contribuições dos autores em debate e também as reacções dos leitores.

    Assim estão claras as regras e não há lugar para duvidas nem confusões.

    Com o regresso ao antigo formato os donos da tertulia vêm reconhecer que cometeram um erro estratégico com aquele que queriam que fosse um novel formato, que foi bem visto apenas por uma unica pessoa, Undertaker.

    Mas está provado que Undertaker não é nenhuma referência.

    Quem tinha razão era Kakói! Kakói é e será!

  • ...Skrebe diz:

    Tradusãu dizautorizadu, i pur enkuantu sen kumentariu!
    Grinhasin N ti ta dezafia tudu povu di kabuverdi, pa no organiza un grandi manifestasãu popular pa pidi ki nos manera di skreve linga di Mindel a moda nos Klaridozu ser aprovadu na konselhu di Ministru o na nos Asenbleia Nasional moda es faze ku alupek.
    Boa altura pa faze es manifestasãu e na dia ki ZIZIN FIGERA, un iminenti linguista di Mindel, tiver ta lansa se livru di storias Mindelensis di Sanvisenti di Kabuverdi. Nes dia N ta spera ki tudu povu di Mindel ta sai pa rua a favor di nos Linga di Sanvisenti!
    So dispos disu e ki N ta otxa, i ta fika klaru, ki nu ti ta vive nun Ilha Dimokratiku. Es dimokrasia ta ben pirmiti ki ken kre skreve na alupec el pode faze-l, ma tanbe Stadu ten ki da nos posibilidadi di skreve nos Linga kriol di nos manera!
    Asin, i so asin, kultura di Mindel ka ta pode sobrepo a kultura di otu ilhas! Pa otu ladu, es e un forma di dize basta di trata jenti moda fidju di pai inkognitu, mode nos e tudu e fidju di dentru di Kabuverdi.!
    Ken tiver di akordu ku es sujestãu ta skreve na kes saiti di dimokrasia (klaru ku pirmisãu di tertuliacrioula.com) mas utilizadu pa Mindelensis.
    Un abrasu di tamanhu de Sanvisenti.

  • alfabetu kabuverdianu e di nos tudu diz:

    Ben ta txegá fôte de estróge i desgrasa na San Nikau i Sintanton, de Mindel sustóde ta boiá, nutísia de jente ke krede na boka, de jente dezusperóde pakê ses kaza ta in prige de ronbá i, pior ainda, dos dia despox txegá nutísia dakel manhe i dôs fidje interrode, pra senpre, debóxe dun kebrada na rotxa de Kuvuada, na San Niklau. Un tristeza funde, un revolta sen tine… Senpre no pagá un prese kóre pa boa az-ága… N ta lenbrá de nutísia de kebrada na Sintanton, ke jente ta morrê debóxe de pedra, terra i lama o anton rastóde, junte má kaza, almara, árvre, tude koza ke rbera dzuride ta rosegá i ta bá largá na mar… Má vida ê kára & kroa. Tude rbera tem dôx bordera i nunka ta fkóde nun lóde so. Otes nutísia ben ta txegá: barrajen de Poiloni ti ta intxi, barrajen de Rbera Prata intxi exburdia desde primera txuva, (N fká ta pensá na nha amige de Rbera de Duke i dakel sês barrajen ke, de serteza torná intxi, sima há uns one atrás. Se kalhar já ex ti ta ta novegá de jangada na el…), sisterna expaióde pa tude kex kónpe i lukalidade de Foge, Santiage, Sintanton, San Niklau, Brava i Mai, subretude, intxi, sisterna dakês liseu más resente sima kel de Rbera das Pata, intxi tanbê, midje ta talude na txeu zona i kês de zona alta kre kintura de Sol pês ka mofá, tude jente ta ke esperansa nun óne de kmida & fartura, un óne bon! N fká ta pensá na nos sina de fazê kaza na Rbera pakê “ome, li ka ta dá txuva!”, de fazê káza na ladera sem nenhun preparasaun, enfin de nos dezafiu konstante a Natureza pakê nos mimória e kurte i vontade de ten un brakin de seu pa morá e sonhe de tude kriole. Entrá one sei one, no ta uvi deklarason de Prisidentes de Kanbra ta dzê ke ti ta bá tmóde midida asin i asóde pa ka konstruíde na Rbera i na ladera, entrá one sei one, konde ta tmode midida, drete o matriode, nox televizaun, ke pur sinal e públike, ta presentá kes sidadaun ke fazê kaza na Rbera kma vítma de Kanbra, de sê Prisidente, alguns vex, lumnhonde atê nome de fiskal ke kunpri sê dever. Reportajen e senpre fete pa ten vítma & algoz… Responsablidade pa rezolvê ese situasaun ten ke ser partilhóde: puder lukal, puder sentral, kumnikasaun susial, kumunidade, família i sidadaun. Puder lukal ten ke ter un pulítka de sole, de prudusaun de sole urbane de akorde ke diferente grupe susial i de rendimente ke ten na sê munisipe. Puder sentral deve, juntamente má puder lukal i ke partisipasaun de kumunidade, desenhá un ordenamente de territórie de akorde ke vizaun de dizenvolvimente lukal i nasiunal. Pulitka de habitasaun ten ke izisti tanben, pa kontenplá grupe ke menes póse, sima kes midida ke Guverne i alguns Kanbra ten tmóde. Ten tude interesse ke kumunidade i família seja invulvide kada vez más na pulítka de habitasaun susial. Kuminasaun susial ten un papel de informá, formá i iduká. Má, tanben, ten ke ten kel parte ke, habitualmente, ta fjide del ke e izersê auturidade onde i konde e nesesárie pakê nenhun terra dzinvolvê sen lei, sen regra, sen autoridade. Aja vida i saúde pa gozá ese one de boa azága! **** marzim54@gmail.com

  • Undertaker diz:

    Esse assunto já está esgotado e o site devia estar a fundo branco como estava. Só virei aqui se me for pedido. Já provei que alupec não existe nem em português, nem em crioulo/kriolo/kriolu. Portanto é bom que unamos e mandemos estes “passadores de pau” de magia para a prisão no mar de alcatraz.

  • hermes correia diz:

    BASTA de qrê impô um linga ranjode que nem ê um de 9 ôtes criode pa pove e falode na Cabe Verde.
    Alupec ê um imposição que ninguém ca ta aceità porque alupec é sinonimo de DIVISÃO e de KULUNIALISACON q’um ilha crê pô em pràtica. Quem defendê esse ideia ca tem ninhum estofe politico (nem diplomacia, nem inteligência). Se por acase eje tivesse um czinha de cabeça, eje tava oià cma ê fàcil d’oià cma Manel Veiga e sês mnine d’mandode ti ta tmà o reste pa Criança. Bolas nôs ê 9. Pa quem um sô ê que podê falà?
    Bocês parà de favor bocês txà cada um c’sê linga.
    E pronte ! Ma grande ta bà cercà, ma piqnim ta bà panhà.

  • betu badiu diz:

    Là vêm eles outra vez com esta porcaria do alupek! Porquê? Que o traquinas va lamber sabão pelos lados da praia porque aqui nos campos, nos vales e nos montes, cantamos outra missa e não necessitamos nem de padres nem de sacristãos.
    A nossa missa nem é cantada nem assobiada e sabemo-la de cor e salteado como nos ensinaram os nossos pais, verdadeiros pedagogos que aprenderam na escola da vida e não precisram de diplomas concedidas à laia de esmola dada a um subdesenvolvido, como que a quer dizer “na terra de cegos quem tem um olho serà rei”. Mas esse rei, auto-proclamado, nem com oculos vê um boi à sua frente. E ainda por cima tem pinta de ditador cultural.
    Mas que saibam que este povo, pobre, nunca foi podre e é nobre. E quem o procurar o encontrarà. Um conselho, senhores alupekistas: voltem aos bancos da escola ou do liceu ou ainda da universidade mas… não como professor, não como aluno, jà que demonstram a inépcia para educar. Poderão, assim, aprender o alfabeto é ABC e não com o ABD.

  • ... Skrebe diz:

    Pa kes “betus badius” ki meste obi…
    INFORMAÇÃO: Ministru di kultura ta sta na espaço público oji, sigunda-fera, 22H00, 7 di dizenbru… Nos lenbra, ka nhos perdi es oportunidadi di faze-l purguntas… ku fundamentu sientifiku, pamodi MC dja stevi na dia 11 di Novenbru 09 4ªF… undi el “bota uns dos bordoadas” a un ngraxador voluntariu, i so e ka da-l mas pamodi dja e ka teneba mas tenpu.

    Oji N ta spera ma es jornalista ka ta ben perde tenpu na ta faze purguntas ki tudu argen dja KA sabe rasposta, sima e se kustumi, … dixa so serka di 15 minutu pa ovinti faze purgunta pa nho MC. Oji N ta spera ma el ta poi “ANTENA ABERTA”

    A propozitu di “betus badiu” kontra alupekistas…Sertamenti ki alguns “betus badiu” meste bai sprimenta xinta kadera na banku di UNIVERCIDADE – te pode ser com “C”, já que gostam tanto do C – pa es prende skrebe lingua ki es ta papia. Pa konfirma ma pa skrebe Kriolu di Kabuverdi nu ka meste pur enkuantu letra “C” nen letra “Q” … I mas, ma nu ten Absedariu ku mesmu dignidadi di “abcedário”…
    Es pruposta pa skrebe LKv pode ka pasa nes lejislatura… mas el ta pasa sen karkel mudansa na prosimu, pa diskansu di alguns “betus badiu” , ku karkel di kes partidu na puder. Pamodi?

  • betu badiu diz:

    Ao exmo. senhor que se deu ao trabalho de mandar recado: – O senhor é um intolerante que quer o poleiro da Historia. Fica mesmo na Historia mas no lado retro porque falta-lhe calo, educação e mais qualquer coisa que lhe empurre ou lhe dê ajuda para subir. Se tivesse educação e competência, havia de saber que não se apanham moscas com fel e não estamos numa ditadura. As suas mexidas demonstram que é um frustrado e orgulhoso mas, hà remédio para isso se se der ao trabalho de (1°) serenar o seu espirito (2°) ouvir a opinião dos outros (3°) compreender que um resultado de toda e qualquer conta é exacta e é a extracção da verdade. E, infelizmente, o senhor não tem a ciência ao seu lado, tem é a intolerância que lhe complica a existência e lhe grangeia o odio de muitos. Pode ser que não sei escrever a lingua que falo mas, sinceramente, prefiro o que escrevo e não o que pretende que eu escreva. Não estudei economia e por isso não sei escrever. Obrigado se dirigir ao pùblico em geral e não à minha pessoa em especial. Não perca o seu tempo so com UM porque somos muuuiiitoos.

  • ... Skrebe diz:

    Parece que temos dois “Betus Badius”
    O primeiro disse no comentário de 5 Dezembro 14:18 – i) ” Là vêm eles outra vez com esta porcaria do alupek!; “ii) -” Um conselho, senhores alupekistas: voltem aos bancos da escola ou do liceu ou ainda da universidade mas… não como professor, não como aluno, jà que demonstram a inépcia para educar. Poderão, assim, aprender o alfabeto é ABC e não com o ABD.
    Eu, Skrebe, enquanto “alupekista” anónimo, respondi ao comentário, pedindo aos “Betus Badius” para ouvirem as opiniões do MC. E ainda, dizer que não precisamos de ABC para escrever a LCv. Se ABD que seja!
    O Segundo Betu Badiu de 10 Dezembro 9:02 vem com “o senhor é intolerante”, “falta-lhe calo”, “incompetência”, “frustração” seguido de alguns conselhos, os politicamente (in)correctos. 1), 2) e 3). Nisto tem razão.

  • betu badiu diz:

    Eu sou um (sou Alberto, sou da ilha de Santiago) e não sou nenhum dos dois (?). Limito-me a ver tanta criatura gingando quando podiam ser ùteis à terra que os viu nascer. Não contem comigo para esterilidades.

  • ...skrebe diz:

    Não fosse nenhum dos dois? esterilidades produziu. Não foi chamado. Mas, mais esterilidades pa kuzé? But, I rave no taime tu ispendi uiti iou.