Oficialização do Crioulo: Sim, Não ou “Nim”?!
Uma Perspectiva Incompreensivelmente Marginalizada, a Constitucional.
Por: Démis Lobo Almeida1
«Há sempre que interpretar a Constituição como há sempre que interpretar a lei. Só através desta tarefa se passa da leitura política, ideológica ou simplesmente empírica para a leitura jurídica do texto constitucional, seja ele qual for. Só através dela, a partir da letra, mas sem se parar na letra, se encontra a norma ou o sentido da norma.»
Jorge Miranda, in: Manual de Direito Constitucional, Tomo II
A Constituição da República de Cabo Verde (CRCV), enquanto lei fundamental ou suprema do país, deve, no nosso entendimento, ser o ponto de partida do debate em torno da questão de se saber se a língua materna cabo-verdiana2 deve ou não ser oficializada. Toda a confrontação de ideias nesta matéria, seja com o recurso a meras opiniões, seja com o auxílio de arrojadas argumentações, que ignore ou marginalize a sua perspectiva constitucional é um labor intelectual à partida inquinado, já que a Constituição cabo-verdiana não é omissa quanto a esta temática, antes pelo contrário.
A prova do que acabamos de afirmar tem a sua sede no art. 9.º da CRCV, cuja epígrafe é “Línguas oficiais”, que reza o seguinte: «1. É língua oficial o Português. 2. O Estado promove as condições para a oficialização da língua materna cabo-verdiana, em paridade com a língua portuguesa. 3. Todos os cidadãos nacionais têm o dever de conhecer as línguas oficiais e o dever de usá-las.».
Diante deste preceito constitucional, não conseguimos vislumbrar a possibilidade da discussão em torno da temática da oficialização da língua cabo-verdiana ignorar ou secundarizar a perspectiva constitucional. Assim, causa-nos imensa estranheza (e até alguma perplexidade) que este debate seja travado, tanto em Cabo Verde como na diáspora, por sinal de forma muito intensa, sem colocar na linha da frente o panorama constitucional. É que, no nosso sentir, a abordagem constitucional desta temática é absolutamente fundamental para a sua compreensão e para uma tomada de posição com um mínimo de autoridade.
A disposição constitucional que acabamos de sublinhar suscita-nos algumas inquietações que não podemos deixar de tentar ultrapassar.
(1) Antes de mais, há que esclarecer por que razão a Constituição cabo-verdiana fala de “línguas oficiais” (no plural) e não de “língua oficial” (no singular), seja na epígrafe do art. 9.º da CRCV, seja no número 3 deste mesmo artigo, sabendo, como sabemos, que em Cabo Verde só há uma língua oficial (o Português) e não duas ou mais (como de resto não deixa margem para dúvidas o número 1 do artigo 9.º da CRCV).
Isso acontece pois da interpretação do artigo 9.º números 2 e 3 da CRCV se retiram «normas constitucionais programáticas ou directivas», também conhecidas por «normas constitucionais determinadoras de fins e tarefas para o Estado»3. Estas normas caracterizam-se pelo facto de a sua eficácia estar dependente da verificação de condições institucionais ou de facto, portanto, só serão verdadeiramente eficazes no dia em que estas condições estejam reunidas. Por outras palavras, são normas que visam o alcance de determinados fins (neste caso, a oficialização da língua materna cabo-verdiana) e a transformação não só da ordem jurídica mas também das estruturas sociais ou da realidade constitucional4 (o que acontecerá a partir do momento em que o crioulo ascender à condição de língua oficial a par do português).
Assim, fala-se de “línguas oficiais”, não por já haver mais do que uma língua oficial, mas sim, porque estamos em presença duma norma constitucional programática que atribui ao Estado a incumbência de criar, em tempo razoável, as condições jurídicas e materiais para que o crioulo possa ser oficializado e aí sim passemos a ter duas “línguas oficiais”. Esta leitura é, aliás, corroborada por uma interpretação sistemática do artigo 9.º da CRCV. Repare-se que depois da epígrafe5, que não tem qualquer valor normativo, só se fala de “línguas oficiais” no número 3 deste artigo. Isso acontece porque o número 2 do artigo atribui ao Estado a tarefa de oficializar a língua cabo-verdiana, de maneira que o número 3 já aponta para um cenário em que esta língua já está oficializada. É por isso que se fala nas “línguas oficiais”.
Devemos, contudo, deixar claro que embora o núcleo essencial desta norma seja de cariz positivo, ou seja, investe o Estado no dever de agir de forma a criar, num lapso razoável de tempo, as condições necessárias para que o fim por ela fixado (o da oficialização do crioulo em paridade com o português) seja alcançado, ela não deixa de ter também uma vertente negativa, ou, noutros termos, de defesa contra violações, o que significa que não pode o Estado, nem por acção nem por omissão, eliminar ou enfraquecer os deveres e obrigações decorrentes da sua garantia6, sob pena de inconstitucionalidade material.
Por esta razão, estas normas vinculam o Estado no sentido de trabalhar para que, de forma progressiva, se criem as condições conducentes ao alcance do fim por ela fixado7.
(2) Nesta senda e tendo, nomeadamente, em vista a redacção do número 2 do artigo 9.º da CRCV, não vemos qualquer margem, do ponto de vista constitucional, para não se defender a oficialização do crioulo. Efectivamente, entendemos que a oficialização da língua materna cabo-verdiana é, inegavelmente, um imperativo constitucional.
Esta conclusão decorre, em primeiro lugar, do postulado da efectividade das normas constitucionais8, segundo o qual a uma norma fundamental tem de lhe ser atribuído o sentido que maior eficácia lhe dê, o que significa que tem de lhe ser conferida, conjugada com as demais normas constitucionais, a máxima capacidade de regulamentação e concretização. Ora, defender, sem mais, que o crioulo não deve ser oficializado, é o mesmo que afirmar que a norma ínsita no n.º 2 do art. 9.º da CRCV tem uma natureza meramente proclamatória o que contraria absolutamente a seu carácter programático a que já tivemos a oportunidade de aludir.
Em segundo lugar porque no que tange a regras sobre a interpretação constitucional, embora a constituição não o diga expressamente, a doutrina9 tem entendido que a regra da interpretação expressa no artigo 9.º do Código Civil segundo a qual a interpretação não deve cingir-se à letra da lei, deve ter em conta, também, o pensamento legislativo, pensamento este que deve ter, pelo menos, um mínimo de correspondência verbal com a letra da lei. Esta regra é substancialmente constitucional, considerada como um costume constitucional praeter legem. Nesta linha de raciocínio, não se pode admitir que pura e simplesmente se diga que o crioulo não pode ser oficializado, pois este entendimento não tem um mínimo de correspondência com a letra do número 2 do art. 9.º da CRCV.
(3) Uma outra interrogação que nos inquieta a alma surge a propósito da redacção do número 2 do art.9.º da CRCV, quando se prevê a «oficialização da língua materna cabo-verdiana, em paridade10com a língua portuguesa». Quais as ilações a retirar do emprego do termo “paridade”?
Duas leituras são possíveis, no nosso entendimento: a primeira seria interpretarmos o termo “paridade” como sinónimo de “análogo” ou “semelhante”, o que nos levaria a concluir que o legislador constituinte quis que o, no futuro, o crioulo (depois de oficializado) viesse a ter um estatuto próximo ao que tem hoje o português; a segunda, passaria por interpretarmos o vocábulo “paridade” como sinónimo de “igualdade” ou “equivalente”, o que implicaria defender que constitui vontade do legislador constituinte que a língua cabo-verdiana venha a ter no futuro o mesmo estatuto que tem hoje a língua portuguesa.
Propendemo-nos a esta segunda leitura. Nenhuma razão existe para que não se defenda que a língua cabo-verdiana deve ter a mesma dignidade que tem hoje a língua portuguesa em Cabo Verde. Antes pelo contrário, se partirmos do pressuposto que a nossa língua de comunicação em Cabo Verde, por excelência, é o crioulo e não o português, a vida social faz-se comunicando em crioulo e não em português e que só utilizamos o português em situações oficiais ou noutras circunstâncias análogas ou ainda para nos comunicarmos com pessoas que não compreendem o crioulo, etc., então temos de concluir que nada impede que no futuro a língua materna cabo-verdiana, a partir da sua oficialização, venha a ter um estatuto de alguma vantagem sobre o estatuto que a língua portuguesa ocupa actualmente em Cabo Verde.
Desde já, por razões históricas. A luta de libertação nacional teve como um dos principais propósitos a afirmação da identidade da nação cabo-verdiana e por isso foi, parafraseando Amílcar Cabral, sobretudo um acto de cultura. Ora, sem sombra para dúvidas, a língua materna de um povo faz parte do núcleo essencial do seu património cultural, é aquilo a que se convencionou chamar um património cultural imaterial.
Por outro lado, é a própria Constituição da República de Cabo Verde quem nos leva a esta conclusão. Fá-lo, primeiramente, no seu preâmbulo quando este prevê, no seu primeiro parágrafo, que a proclamação da independência nacional foi um «factor de identidade e de revitalização da nossa condição como povo».
Mas a Constituição não fica por aqui. Repare-se que o art. 9.º da CRCV para além de tudo quanto já foi dito, tem um posicionamento sistemático interessante, segue-se ao artigo relativo aos “Símbolos Nacionais” (A Bandeira, o Hino e as Armas Nacionais). Terá este posicionamento sistemático sido feito de forma inocente? Pensamos que não. Ele só demonstra o elevado patamar de dignidade que o legislador constituinte coloca a língua materna cabo-verdiana.
Mas mais, a Constituição da República de Cabo Verde em várias disposições reitera a necessidade de preservação, valorização e promoção (1) da cultura, (2) da identidade da nação e (3) da língua materna cabo-verdianas.
Assim, por exemplo, segundo o art. 7.º da CRCV (Tarefas do Estado) «São tarefas fundamentais do Estado: a) (…) preservar, valorizar e promover a identidade da nação cabo-verdiana, favorecendo a criação das condições sociais, culturais, económicas e políticas necessárias; (…) i) Preservar, valorizar e promover a língua materna e a cultura cabo-verdianas; (…) k) Proteger (…) o património histórico-cultural (…) nacional». À luz do art. 78.º da CRCV (Direito à cultura), «1.Todos têm (…) o dever de preservar, defender e valorizar o património cultural. (…) 3. Para garantir o direito à cultura, incumbe especialmente ao Estado: (…) c) Promover a salvaguarda e a valorização do património cultural (…); f) Promover a defesa, a valorização e o desenvolvimento da língua materna cabo-verdiana e incentivar o seu uso na comunicação escrita». Segundo a letra do art. 84 da CRCV (Deveres para com a Nação e a comunidade), «Todo o cidadão tem o dever de: (…) g) Contribuir activamente para a preservação e a promoção (…) da cultura (…); h) Defender e preservar (…) o património cultural».
Estas disposições constitucionais consagradoras de garantias, direitos e deveres fundamentais demonstram o quando a “Constituição cultural” se preocupa com a língua cabo-verdiana, preocupação que não é dispensada, pelo menos em termos paritários, à língua portuguesa.
(4) No contexto político que nos encontramos, com o despontar do processo de revisão ordinária da Constituição da República de Cabo Verde, há uma quarta interrogação que não se pode calar: o facto de a oficialização do crioulo ser, como estamos convencidos, um imperativo constitucional, dá ao Estado o direito de oficializa-lo a todo tempo de forma meramente formal, por intermédio de uma revisão constitucional, como pretende o grupo parlamentar do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV)11?
Pensamos que não.
Sente-se em todos os fóruns onde a questão da oficialização do crioulo vem a lume que ainda a sociedade cabo-verdiana tem imensas dúvidas e reservas quanto ao significado e consequências da “oficialização do crioulo”, havendo ainda uma larga franja de cabo-verdianos que se opõe frontalmente a esta possibilidade.
Independentemente das justificações que se podia dar para este fenómeno, há uma razão que nos parece obvia: a esmagadora maioria dos Cabo-verdianos não faz a mínima ideia daquilo que já foi feito (e que é muito!) para que a língua cabo-verdiana seja oficializada e sobretudo quais as consequências da oficialização do crioulo. Para muita gente a oficialização do crioulo se materializará na imposição de uma ou outra variante do crioulo sobre as demais, pelo que esconjuram a possibilidade de o crioulo ser oficializado, temendo a subalternização da variante que fala.
Quando a Constituição diz que o «Estado promove as condições12 para a oficialização da língua materna cabo-verdiana» (art. 9º, n.º 2 da CRCV), está também a se referir às condições sociais. A oficialização do crioulo não pode ser imposta aos cabo-verdianos por um punhado de governantes, de deputados nacionais e de intelectuais, supostamente entendidos na matéria. Isso, a acontecer, seria uma violação grosseira dos princípios da democracia social e cultural, expresso no art. 1.º, n.º 3 da CRCV («A República de Cabo Verde assenta na vontade popular e tem por objectivo fundamental a realização da democracia (…) social e cultural») corolário do princípio do Estado de Direito Democrático (art. 2.º da CRCV).
Enquanto o dossier da oficialização do crioulo não estiver suficientemente socializado, enquanto os cabo-verdianos não souberem qual o verdadeiro significado da “oficialização do crioulo” e quais as consequências advenientes desta oficialização, enquanto o governo de Cabo Verde não promover um amplo debate nacional e além fronteiras (na diáspora, onde reside a maior parte dos cabo-verdianos), enfim, enquanto sobreviver o “tabu da oficialização do crioulo” alimentado pela total falta de informação dos cabo-verdianos; o crioulo não pode ser oficializado, pois ainda “as condições” a que se refere o art. 9.º n.º 2 não estarão reunidas.
Assim, pensamos que a proposta de oficialização do Crioulo feita pelo grupo parlamentar do PAICV é intempestiva e materialmente inconstitucional, por ignorar a condição suspensiva imposta pelo art. 9.º, n.º 2 da CRCV.
Alguns sugerem que devia-se fazer um referendo nacional e deixar o povo cabo-verdiano escolher se quer ou não que a sua língua materna seja oficializada. Salvo o devido respeito, em coerência com as posições que temos adoptado, não concordamos com esta proposta de solução. Nos termos da Constituição, a oficialização do crioulo não é uma possibilidade, é um imperativo! Assim, não se pode admitir que o povo vá dizer “sim ou não” àquilo que a constituição diz “sim, mas a seu tempo”.
Admitimos sim, a possibilidade de se fazer uma consulta popular para se saber se as pessoas se consideram suficientemente esclarecidas quanto ao que verdadeiramente significa “oficializar o crioulo” e às consequências advenientes desta oficialização. Tenho a certeza que aqui o “não” ganharia, pois se até os mais proeminentes e participativos cidadãos têm dúvidas quanto a estas matérias, imaginem o que não terá o cidadão médio.
Em suma, no nosso entendimento, salvo melhor opinião, a oficialização do crioulo deve ser feita mas num momento em que todas as condições impostas pela Constituição estejam reunidas, condição que ainda não se verificou. Até lá, não se pode admitir uma tal façanha jurídico-constitucional.
Tenho dito!
- Jurista. Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e Mestrando em Direito (Ciências Jurídico-políticas) pelo Instituto de Ciências Jurídico-políticas desta mesma Faculdade. ^
- Neste trabalho utilizarei indiscriminadamente as expressões: «língua materna cabo-verdiana», «língua cabo-verdiana» ou «crioulo». ^
- Cfr. JJ Gomes Canotilho, «Direito Constitucional e Teoria da Constituição», 7.ª edição, Coimbra, Livraria Almedina, 2003, p. 1172 ^
- Cfr. Jorge Miranda, «Manual de Direito Constitucional», Tomo II, 6.ª edição (revista e actualizada), Coimbra, Coimbra Editora, 2007, p. 281 e ss. ^
- A epígrafe de um artigo é uma espécie de título deste artigo. Pode ajudar na interpretação do artigo, mas não tem qualquer valor normativo ou principiológico, havendo mesmo casos em que um artigo, simplesmente, não tem epígrafe. ^
- Neste sentido, JJ Gomes Canotilho, «Direito…» ob. cit., p 1172; também, Jorge Miranda, «Manual…», ob. cit., pp. 283 e 294. ^
- Cfr. Jorge Miranda, «Manual…», ob. cit., p. 283. Também, JJ Gomes Canotilho, «Direito…», ob. cit., p. 1176 e 1177 ^
- Cfr. J. Miranda p.304 e ss. ^
- Cfr. Por todos, Jorge Miranda, «Manual…», ob. cit., pp. 310 e 311 ^
- Sublinhado nosso. ^
- O PAICV é o partido no poder em Cabo Verde, ostenta uma maioria absoluta no parlamento e sustenta o governo. ^
- Sublinhado nosso. ^
Oh Gilson ainda por cima és mentiroso! Tu nao tinhas dito que so regressarias amanha? Mas eu sabia que tu ias regressar como alias alias vais outra vez fazer porque nao tens grande coisa a fazer.
Tu dizes estares a estudar termodinâmica?! Mas como é que alguém que nao consegue alinhar duas linhas com logica pode perceber as leis da termodinâmica? Aposto que nao consegues fazer a diferença entre uma fonte quente e uma fonte fria.
Escreve la algo de jeito sobre os grandes sistemas e a problematica do equilibrio para ver se tens canela para uma dialéctica entre energia e trabalho. Mostra-me la se percebes de fluidos porque ja vi que nao percebes nada de energia interior.
Sim, porque se percebesses nao estarias a pensar que a velhice mata a energia interior que ha nos praticantes das artes marciais. Tu és mesmo um inculto! Nao sabes que a filosofia das artes marciais ganha-se precisamente com a idade e com a experiência?!
Sabes o que é kimê? Sabes qual é a energia interna que se poe num sôktô que finges saber o que é?! Sabes o que é o segundo principio da termodinâmica? Se tiveres duvidas, apita, porque o meu filho mais novo ja é uma barra nessas coisas, com notas a matematica de 19 e20 valores; saiu ao pai! Hih hIHi Hih!…
Acabei de Ler os comentários do Senhor Kakói e do Senhor Gilson… um abraço virtual para os dois!
Estou sempre baskudjandu… N ten senpri monti di kuzas pa N le. Mas Le i Skrebe é o meu trabalho e sou bem remunerado. Escrevam, escrevam sempre amigos virtuais!
- Caprichem na gramática normativa da LP!
Ha uma dimensao espiritual da minha pessoa que escapa a peixe miúdo. Como devem imaginar nao me preocupo com a raia miuda.
Ha um tempo que nem o tempo consegue contar porque ultrapassa a compreensao da medida das coisas. Bem Protagoras conseguiu perceber essa medida intemporal do tempo com a sua medida de todas as coisas. Muito superficial, muito chao!
Ha uma dimensao espiritual da minha pessoa que escapa a peixe miúdo. Como devem imaginar nao me preocupo com a raia miuda.
Ha um tempo que nem o tempo consegue contar porque ultrapassa a compreensao da medida das coisas.
Nem Protagoras conseguiu perceber essa medida intemporal do tempo com a sua medida de todas as coisas. Muito superficial, muito chao!
Se Protagoras ficou pelo caminho no tempo como pode entes que pararam numa escala inferior perceber? Como podem compreender a dimensao da espiritualidade que mora em mim, no meu ser, no meu sentir, no meu pensar ontológico?
Para quê pois insistir com gente que nao me diz nada, que nao tem nada para dar em troca?!
Dar a César o que é de César e a Deus o que é Deus, assim réza o Evangelho de S. Mateus capítulo XXII, versículo 21;. Isto a propósito do Manifesto Contra Saramago de Virgilio B. que acabo de ler no Liberal.
Fui o primeiro a desancar contra Saramago o que pode ser confirmado mais acima neste forum. Mas com isso não estou de acordo com o manifesto de Virgilio B. E’ um manifesto cheio de ódio e rancor, típico de protestantes como VB admite ser. O protestante anda sempre a protestar, é vingativo e passa a vida a ajustar contas com aqueles que nao interpretam de maneira fundamentalista a Biblia.
Basta ver os evangelistas fundamentalistas americano. VB admite ter evengelizado muita gente e admite ser um defensor da “vara” com a qual ele gostaria de vergastar o rabo de Saramago.
Eu critiquei Saramago pela sua incultura, pelo sua ingorância. Neste ponto estou de acordo com VB. Mas é tudo! VB nao tem o direito de defender o seu Deus, prometendo “vara” aqueles que nao reconhecem o seu Deus.
Virgilio B. escreveu um grande texto teológico-historico-juridico-politico muito pesado e cheio de referências. Cita um grande numero de gente de peso. Conheço-os todos e ja os citavaa quente aqui na Net quando VB nao existia neste mundo da NET! Valem o que valem!
Mas nao por Origenes afirmou que… que o que ele disse é palavra de Deus. Mas que Deus?! VB fala em liberdade, mas nao deixa liberdade de escolha e de critica e mesmo de blasfémia a Saramago! VB cita Tertuliano, mas esqueceu-se de Marcion condenado sob Pio I e escorraçado da Igreja de Roma por ter dito que o Deus pai de Jesus era muito mais bom do que o Deus do Velho testamento que era mau. Precisamente o que Saramago disse.
O problema nao é Saramago ter escrito o que escreveu. O problema é ele ter escrito isso por ignorância e nao com conhecimento do Livro! E’ a diferença entre ele e Marcion ou mesmo Voltaire e Nietzsche, que foram educados na e pela Biblia que conheciam a fundo, mas que por a terem renegado ou melhor achincalhado Deus, que o segundo “matou”, sao chamado por Virgilio B. de falhos.
Mas esse Virgilio é mesmo forte! Comparar-se e querer ser mais culto do que Voltaire e Nietzsche, digam la se nao é ter cojones?! Mas quem pensa VB que é?! La porque estudou direito e teologia pensa estar à altura de fazer lições a esses dois monstros da filosofia e teologia? Deixa estar que crioulo é mesmo bazofo!
Mas VB é bazofo porque é de certeza absoluta um solitário sem amigos daqueles que a gente passam uma noite inteira a debater sobre a metafisica, o direito e as religioes. VB é um protestante que vive a sofrer em Lisboa, onde nao tem gente amiga para pôr a sua sabedoria em destaque pelo que passa a vida a escrever manifestos de 10 paginas em jornais numa terra onde as pessoas nao lêem a receita de bolos quanto mais agora teses teológicas.
Sem dizer que o artigo de VB para além de ser extenso demais para um jornal e mostrar muita sabedoria, que o homem até tem, está também recheado de lacunas, paradoxos e contradiçoes inclusivé na mesma frase. Mas isso deixo ao protestante o trabalho de procurar os proprios erros se é que pode. E’ que o homem está tao convencido que é um Meister Alberto que ficou cego!
Dou-lhe apenas um conselho: que escreve os artigos em três partes, assim terá mais leitores. E’ que Marsianu que nao gosta de leituras substanciais e pesadas nao conseguirá ler para criticar.
Numa coisa VB tem razao: pode-se ler e nao se entender nada. Mas caramba! ele nao me estava a citar? E’ que eu tenho isto escrito algures!
MPD sta da algen pa dodu: vota kontra ou abstenson e mesmu kuza. MPD vota kontra valorizason y dignifikason di nos lingua y di nos kultura. Es vota kontra nos lingua. Es gosta di manobra. Es kre tenta ngana povu ku ses abstenson. MPD debe asumi ma es vota kontra. Povu e ka burru moda es ki sta armadu en spertu. Povu ta mostra-s na urna na 2011 ma es e mas spertu ki MPD. Pa dianti ki e kaminhu. Ka Ten Tadju. Abstenson inda ka ta tadja-nu. Nos Ki Ta Manda y Ki Ta KUNTINUA TA MANDA.
Seja benvindo Tertulia crioula! Afinal o que é que aconteceu? Porquê esta ausência forçada?! Será que quiseram matar este espaço de liberdade?
O Luiz (não de Camões!) Ka Belo nos diz que o Virgílio Brandão é um bazofo?! Esta realidade já não nos foi confirmada pelo Brandão, desde há muito, nos seus artigos, quando ele e Casimiro de Pina se comfrontavam? E ele admitiu que só por ser de São Vicente já ele era bom bazofo?! Pena é ele não ser badio, porque senão já tinha mandado construir estátuas suas e já tinha pedido que dessem o seu nome a Ruas, Becos, Barragem e Jardins. Todo o mundo diz a mesma coisa ao Brandão: as suas escritas são longas, o que quer dizer que tem fortes lacunas na gramática da lingua e ele demonstra isso mesmo nas escritas. As escritas longas nos demonstram, também, que não se consegue argumentar em poucas linhas. Querem despelar Saramago, mas ele não se importa com isso. Quando foi-lhe comunicado que já era Nobel, ele disse que pela pimeira vez na vida ia ter dinheiro, porque nunca o tinha. Mesmo sendo analfabeticamente religioso, Saramago tem de sacudir aos religiosos, de vez em quando, para poder fazer que alguem se destaque atacando-o impediosamente. Viva a tertuliacrioula. A luta contra Dengue já fez desaparecer as viroses que atacaram o site. Pena é que virão outras viroses de 4 patadaz!
O ministro do Alupec anda desaparecido desde a sua mandadura de bocas na Holanda que nem arranjou um tempinho para ir ao Parlamento dar a lingua sobre o nosso crioulo! Black out total!
Mas de repente oiço dizer que ele vai estar hoje à noite por volta das 22 h e 30 minutos na Radio Nacional para falar sobre a oficializaçao do crioulo.
Pergunta-se agora, porque é que ele fugiu do Parlamento onde a oficializaçao foi chumbada? Porque é que encontra agora tempo para ir à Radio?
Que falta de respeito pela instituiçao que é o parlamento?
Mas o ministro do alupec, vai à Radio falar do quê, se ja matámos o alupec? Que malabarrrrrrismo vai o menestrrre fazerrrr na rrrrrradio? Vai falarrrrr em alupec ou em crrrrioulo?
Estejam pois atentos esta noite às disserrrrrtaçoes do nosso especialista de alupec!
e agtna-se
Kakói ka sta bon di kabesa! Sikadjar el sa ta multiplika na un monti di nomis falsu, pa inventa rixa virtual entri Kakói Bakan i Kakói Tana. Objetivu: mante vivu balelas kontra nos lingua i se alfabetu, pensandu ma dirijentis di es tera ta muda ses pozison trokadu komentaristas fantasma. Dirijentis di es tera sabe ma 1 komentarista pode faze dezenas di komentariu, kada un ku un nomi falsu diferenti…
Midjor manera di defende un alfabetu o varianti e uza-l. Oh Kak
Bem, sobre o Jom Prêt eu ja tinha visto que tinhas respondido de maneira muito confusa; queria confirmar; agora clarificaste o teu pensamento.
Pensamento tem a ver com consciência, rapaz! Achas que os caes têm pensamento? Tou a ver que os teus conhecimentos de psicologia e de filosofia estao a meter agua. Pareces o cao de Pavlov!
Quanto ao Brito, onde leste que escrevi que ele é o pai… o pai, repito como tu escreveste da constituiçao? O que escrevi é que ele é um dos redactores, e fui simpatico ao alargar o conceito de redactores para um dos pais… Mas ser um dos pais, nao é ser o pai!
O pai, é o primeiro redactor, o arquitecto da constituiçao, um poliitico. Que eu saiba é Carlos Veiga. Quanto à explicaçao de Vladimir vale o que vale. Ele é um jurista mais nada; Nao é Deus, nem uma sumidade em direito constitucional.
Ja te disse que Zona é melhor do que ele e tu sabes que eu nem gosto de Zona como politico, pois ja escrevi que ele é uma nulidade e o MPD vai perder se insistir em pô-lo como seu candidato às presidenciais.
E’ nulidade como politico, mas como homem de direito é um boss, ele sabe e é reconhecido em Portugal mais do que esse V. que vive ha mais de 40 anos em Portugual mas ainda nao sabe expressar-se com fluidez em português.
Quem nao sabe falar de maneira clara e distinta nao sabe expor as suas ideais, nem de maneira escrita nem de maneira oral. Em oralidade ele é LIMITADISSIMO!
Assim como tu Undertaker,baralhas muito as tuas ideias. Quanto a fazer-me passar vergonha na Net, estou à espera! Tu também vais ameaçar-me? Nao tenho vergonha de nada pois tenho varios espelhos em casa e sei ver bem no retrovisor do meu carro e da minha vida!
Percebes estas metáforas ou vou ter que te explicar o que é o espelho da consciência humana?
Oh Undertaker, eu sou crioulo de gema logo chamao-me Liz Kabêl, que em português quer dizer Luiz Cabelo. Sou um crioulo global dos pés à cabeça, logo, em mim nao ha nada de híbrido, como qualquer coisa como metada português que seria Luiz e metade crioulo que seria Ka e metade português que seria Belo!
Até porque Luiz Ka Belo,nao tem nada a ver com Cabelo. O que estarias a dizer é que Luiz nao é Belo, falando uma mistura de português e crioulo. Em crioulo Ka Belo, quer dizer nao é belo, nao é bonito.
Ora bem, eu sou bonito e cheio de cabelo e é por isso que me puseram o nome de Liz Kabêl!
Dito isto, recomendo-te esta bibliografia de modo a estares à altura do debate que Kakói te lançou sobre a consciência.
Aqui vai: Descartes, e o seu cogito, ergum sum em Méditations métaphysiques, Principes de philosophie ; Freud, no seu Mal estar na civilizaçao (cultura) ; Hegel e a Fenomenoligia do espirito ; Husserl e suas mediaçoes cartesianas; Kant, e as suas 3 criticas da razao pratica, da razao pura e do juizo (julgamento; Locke e o seu ensaio sobre o entendimento humano; Nietzsche, e o seu Para além do bem e do mal (so um homem com consciencia pode fazer a diferença entre o bem e o mal; Rousseau e o seu Emilio ou a educaçao; Sartre e o seu Ser e Nada, que é um ensaio de ontologia e fenomenologia, onde vem explicadinho da silva o que é a consicência.
Achas, que vais ter tempo e inteligência para dar cabo de toda essa bibliografia?
Se precisares de ajuda, vai ver o debate aqui ao lado sobre a filosofia e o direito penal que o teu amigo Underdôglas, especilista nessas matérias teve com os donos destas tertulias.
“Um sta ta fala um crioulo fédi, diz em badiu o jornalista Orlando para o ministro da incultura Manel Veiga ontem na Radio Nacional!
Com isto Orlando que tentava falar badiu queria dizer ao Minsitro que o seu crioulo era fraco, medíocre! So que um mindelense mesmo com estagio em Santiago é um desastre quadno fala badiupec!
E’ o que dá estar o MInistro a querer impor-nos o badiupec!
Ouvi dizer que agora vai ser publicado um decreto-lei que prevê multas de 500 paus para cima quando alguém for apanhado em Sanvicente e Santonton, para começar, a falar as variantes decrioulo dessas duas ilhas.
Toda a gente tem de falar em badiupec segundo reza esse decreto lei a sair em breve!
O ministro ja está a contar com uma oficializaçao e introduçao na constituiçao em Dezembro naquilo que é visto como uma prenda de Natal pelo seu gigantesco esforço de impor o badiupec!
Um sta ta papia um crioulo (badiupec) fédi!
Queria fazer um “Tratado de Cabo Verde Ilhas” com o Kabelero Kakoi, dada a pena que tenho para com ele; embora essa posição de ter pena para com alguém é uma posição que nunca eu tinha tomado. Deixo ao Kakoi na posição de pisar o mundo inteiro, apenas restringindo-lhe a parte que estou a pisar no devido momento. Só essa parte é que ele não pode pisar, porque se a pisar mesmo logo que eu a acabe de pisar e com os meus pés bem assentes na zona, quer dizer que pisou em cima de mim. Mesmo assim eu vou dizer ao Kakoi que tem os seus chispes em cima de mim, mas se ele usar os dizeres do badyo e me responder pam poy nhaz pez na bolso, aí esqueço-mo do tal Tratado e nem sei o que vai acontecer! Proxima paragem é o artigo de Opinião (Otilia Leitao) sobre as Artes Plasticas no asemana em q tamby la ta entra assuntoz dy alupekaz.
Ja repararam que Undertaker virou mais palhaço. Ele está um autêntico disparatente como se diz na minha ilha. As frases que ele escreve são descosidas sem tino nem tom!
Coitado do homem! Ha por aí alguém que possa das uns remédios da terra ao homenzinho. E’ que ele perdeu toda a credibilidade e passou a ser motivo de gozo de toda a gente.
Também querer esgrimir argumentos comigo! Mas o gajo é destemido, mas muito leviano com a sua novi-lingua alupecaz; ele mete zzz em tudo o que é sitio. Coitado, ele deve ter apanhado o virus da dengue e ficou denguinho para chu-chu!
Mas sabem-me dizer o que é que Undertaker percebe de belas artes para estar a dar-nos encontro na butique da Odilia?!! Ainda por cima o gajo é mesmo convencido. Os saloios analfabetos sao sempre assim.
Entao nao aparece ninguém aqui para dar o link sobre os founding fathers para o badiupecaz aprendem os conceitos de pais da independência, da democracia e da liberdade?!!!
Senhoria Kakoi, não me obrigue a ir estudar os termos baixos para usar, como resposta contra si, porque a minha Biblioteca Cerebral não possui estes termos. O seu sintomático problema não é de agora! Mete na sua encrenca e vem buscar Undertaker como seu advogado? Mas o que é que eu tenho a ver dos suas guerrilhas com o João Branco? Eu já lhe disse para se aguentar, homem! Você diz que se vê, todos os dias, ao espelho, mas esse seu “espelho meu, espelho meu! Existe alguém mais inteligente do que Kakoi á face do Universo” apenas reflete o que você vê! No espelho apenas reflete a figura do seu (rimando com inteligente) demente/deprimente, ou estou errado? Se estou errado peça a quem esteja perto de si para lhe dizer qual é a figura que vê, de si, no seu mesmo espelho. Como viu, anda muito tempo na net, conforme nos diz, mas ainda não aprendeu a coisa mais simples que se faz na net que é saber dar Links ou fazer Pesquisas. Não é por acaso que, nos seus comentários supra, pede ao Undertaker que, segundo nos diz, é especialista nas pesquisas, para pesquisar algo. Não se baralhe com os seus variados nicknames, porque Yo estoy atento. Você nunca deixou de ser o reles Bouquinhas que sempre nos dava graça pelas suas trapalhaçadas, porque o Bouquinhas ainda tinha Boucas. As pessoas iam ás suas Boucas e não aos seus trombones. Já pesquisou para saber o que é um trombone ou quer que eu pesquise para si? No contexto que eu uso, não se diz trombas nao, diz-se trombones. Trombas são para elefantes; ou será você, então, uma alia? Não se apoquente, porque comigo você está bem entregue! Minha Senhoria, eu não escrevo alupec, porque alupec não possui C e outras letras que eu uso. Eu escrevo no meu simples kriolo de Cabo Verde, versão de muitas ilhas. Não se rale, Kakoi, eu sou assim e tento ser melhor, mas quando apanho um patoide do seu calibre eu faço com que as suas “sete saiaz branko ta kay um por um”.
Tas doido Undertaker e nem sabe qual é a tua mao esquerda! Tens a certeza de que te chamas Undertaker? Cuidado que o teu espirito anda cheio de tchitcharros!
Oh homem eu pus-te a dizer o que eu queria que disseste: disseste ao Jom Prêt que tu nao és Kakói, nem Manel nem Juquim nem coisa parecida. Era o que eu queria que dissesses.
Portanto para aqueles que tinham duvidas de que poderiamos ser a mesma pessoas as duvidas ficaram dissipadas.
Quanto ao Veiga, foste tu que te meteste nessa embrulhada, logo és tu que caiste no descrédito total. Os leitores passaram a saber que és um palhaço que escreve so asneira.
Dizes que nao sei pesquisar na Net? Mas entao como é que sei que existe um varios links sobre os Founding fathers americanos? Eu a tua ajuda? Deves estar a sonhar eu pedir-te ajuda. Vai mas é estudar psicologia e ciências cognitivas para ficares a saber que so o ser humano tem consciência. Um cao como tu que nem sabe escreve alupecaz so dá latidos.
Enfim a pamavra trombone no sentido que querias tem de ser empregue com boca: pôr boca no trombone. Percebes ignorante, ou queres apanhar nas trombas?!!!
Os latidos do Kakoi foram bem recebidos pelo Undertaker, Danke Schon! Ai de quem tem confundido o José Bouquinhas com Undertaker. O José Bouquinhas não passa de um sapiente que nem sequer consegue dar um simples link em condições. Um link é único na net, homem! Um link tem de ter espaço, porque senão não funciona, homem do Credo em Deus! Quem confunde Undertaker com “Kakoiadas” só pode ser um ser como ele. Podem consultar os comentários aqui exalados se o Kakoi (talvez numa outra pele) não disse que Undertaker é especialista em pesquisas e que devia fazer pesquisas para ele. Toda e qualquer palavra menos abonatoria que o Kakoi usa serve apenas e só para a sua Kabel-uda karapuça, seu sapiente! Nao sabe que as notas dos exames são públicas? Por onde é que você andava? Agora quer aprender e saber de tudo, apenas perguntando a Undertaker das tais notas?! Eu posso dar algumas informações de graça a muita gente, mas aos furiosos e curiosos podem ficar eternamente frustrados, flipados e fritados, como está a acontecer consigo! Sabe o que é que deve fazer? Devia meter o nome do seu Pai da Democracia caboverdeana naquele site, também! Aliás, se quiser até posso meter o seu nome lá, tambem, amigão! No dia em que você souber dar um Link diga-me para eu ver se já o conseguiu fazer. Sabe porque é que me veio procurar para dizer ao Joao Branco que você não é Undertaker? É porque você é uma Alma Penada q sta anda á velocidady dy strubom (nom navelocidady dy stribilim!) nos blogs e sites a achingalhar pessoas com tez mais clara do que a sua e com as suas reles tiradas que ficam sempre soterradas. Não se chateie, Kakoi, ainda a faina está só a começar! É que “mi gusta lidarme” com pessoas que pensam que em Cabo Verde existe pai da democracia, pai da Segunda Republica e pai da constituição e ainda que pensam que os canideos não têm pensamentos/consciencias. Os pais da democracia caboverdeana são todos os caboverdeanos. Pelas maneiras como você descreve o seu Doglas, de certeza que ele era mais consciente/sabichão do que o seu dono. O seu Robinson Crusoe (João Branco), ao confundir você (Friday) com Undertaker talvez era para elogiar a voce, porque de outra forma não poderia ser. Como viu, eu não me importei e nem resmunguei, porque sei que aquela comparação era rebaixar-me, mas como servia para a terapia cerebral do Kakoi… Sempre que as outras pessoas encontrem outros navegantes crioulos desorientados na net e a debitarem sabedorias por todos os seus poros, digam-lhe que ele é um Undertaker para que ele possa debelar as suas agruras, porque senão pode haver combustão no seu cerebro. Tenho a certeza que serão pagos divinamente. Não se apoquente, porque sei e bem o que é um trombone e uma tromba. Tenho estes dois conhecimento, porque já fui patrão dos grandes gados e tenho conhecimentos dos insrumentos musicais e, como é da pura lógica, tenho muita curiosidade sobre a lingua. Coitado desse atrasado que nunca ouviu alguem/livro a se referir á boca como trombone, quando se trata de assuntos relaccionados com os decibeis! Sabe uma coisa?! Você já descobriu a mina com que sonhava; a mina mais importante do que qualquer diamante de qualquer Kilate. Agora aguente-se antes que eu ligue o meu Turbo! Se alguem notar este Kakoi vestido em peles de outros cordeiros a se meter com alguém da tez mais clara do que ele que me avise e será recompensado! Mesmo sem mascaras ou luvas venho aqui em socorro a estas pessoas! Só não venho em socorro a nenhum doz alupekaz, porque ando a exterminá-los também!
Liz Kabêl, Ku es dengu ki sta… Nho sta saudavel inda? Na Praia sta saudavel ka signifika sta sen ” es dengo-VIRUS”. Komu nho fra na 1185: “Um sta ta papia um crioulo (badiupec) fédi!” … nho konsulta transcrição ortografico ki sta nes post li: http://kauverdianu.blogspot.com/ . Transcrição di intervenção do Linguista, mestri e dotoradu na linguista Cv… varianti di santantãu. Un “badiupec” nativu di santantãu!? Este linguista nativu “ta atxa ma debe ofisializadu un uniku varianti” . Falou à badiupec. Frustração minha quando esperava dele uma intervenção na linga di sintanton. Veja lá vocemecê! Un barlaventino a falar badiupec?
PS: Pode ler tb o contenudo sientifiku da papiasãu desse LINGUISTA barlaventinu… Barlaventu ten quote lingistas! Quantos linguistas tem Cabo Verde? – Informo: Um, Doutor Manuel Veiga, uma autoridade, e ponto final.
Undertaker é burro porque confunde schon com schön! Suum cuique tribuere, assim é que é! Nada de confusao, menino! Eu nao vos disse que Undertaker caiu no descrédito? Agora as pessoas estao a descobrir que ele é burro, ja que confunde Danke schön , que quer dizer muito obrigado, com schon que quer dizer já, por exmplo na frase: Du bist schon da!
Exactamente estou aqui para pôr este palhaço no circo que é onde tem lugar. Quanto à expressao latina deixo o gajo ir procurar ele que tem a mania de perceber de notar de direito! Todo aquele que estudou direito tem de saber direito, portanto ele que se amanhe!
Quanto ao link que dei no Semana sobre os american founding fathers, Undertaker, que tem um nickname inglês, afinal é so vento, pois nao sabe ler inglês. Mas o que é que esse palhaço sabe?Ah! ele deve saber so o pidgin de alupekaz!
Como vêem o homem anda tao baralhado que nem sabe quem diz o quê e confunde os nomes todos. Ele ja nao sabe destrinçar o seu corpo da imagem que lhe reflecte o espelho. Tomara! O gajo nao sabe nada da teoria dos espelhos e Optica para ele deve ser alupecaz!
Uma vez mais provei por a mais b que Unterkater para além de clown é burro e analfabeto!
Eu produzo! Aqui está trabalho de casa!
Como prometi estou de volta para pôr o Ministro da Incultura na linha.
David Leite continua a ter razao, pois ao seu artigo, o ministro Manel veio de novo ao publico responder, mas desta vez preferiu os altifalantes da Radio.
Manel Veiga foi à radio debitar o mesmo discurso conhecido sobejamente e ja gasto. Logo nao vale a pena estar a repescar o que o homenzinho nos disse.
O grave é o jornaleiro ter deixado o homem dizer o que disse sem questiona-lo como deve ser. As perguntas postas por David Leite e os leitores nao foram colocadas pelo jornaleiro.
Porquê senhor ministro pôs a sua assinatura num decreto anti-democratico e vem agora falar de democracia? Porque é que o decreto foi aprovado sem debate? Porque é que foi descoberto pelo povo depois de ter sido aprovado na calada da noite?
Esse decreto nao é um golpe de força? Esse decreto nao é anti-constitucional?
Mas o jornaleiro nao pôs outras questoes como sendo porquê o Alupec e nao o alfabeto que serviu ao Eugénio Tavares e aos outros grandes mestres do crioulo como disse o deputado da Ucid?
Porque é que se quer impor o alupec a todo o Cabo Verde? Porque é que nao é o crioulo de SanVicente, a ser adoptado a nivel nacional?
Porque é que tem de ser o badiu? Porquê a oficiliazaçao? O Parlamento nao vetou essa mesma oficializaçÃO?
Logo, porquê que o ministro continua a dizer que é dessa vez que teremos o badiu na constituiçao?
Bem, vou ficar por aqui, porque ha ainda mais questoes importantes que o jornaleiro da Radio nao colocou ao ministro; alias é um especialista em nao colocar perguntas pois ja havia feito a mesma figura com o presidente do Parlamento.
A Radio paga com o dinheiro do contribuinte crioulo anda cheia de jornaleiros e comentadeiros que confundem os nossos ouvidos com aqueles tchiqueiros de Campim!
Comentadeiros que vao para la falar de “pretinhos” como se fosse normal que estrangeiros ainda pensassem ser possivel vir para a nossa terra “mandar nalguns pretinhos”!
O simples facto de equacionar essa questao, pensar que ha pretinhos em CVerde, dispostos a serem criados de branquinhos, devia merecer um grande raspanete!
Mas uma vez mais todos ouviram em silêncio e em sentido!.E sao essas pessoas que insistem em criticar os jornais on-line!
Ainda ontem Palavras cruzadas voltou à carga. Mas desta feita com uma correcçao: trocou-se a palavra de ditadura para democracia.
Pois, pois as escolhas sao democraticas la disse o animador que pelos vistos gosta de animar a malta!…
Ilustrado Gilson kakoiado, Undertaker está o oposto do que você diz. Se não conhece este Kakoi, o ex-José Bouquinbas, o meu antigo paciente enquanto usava muitos nicknames entre os quais Fidju di Tera, vai ter o prazer de conhecê-lo melhor, porque alguém fez bem em mandar-me de volta o meu paciente (eu sou o guru dele). Eu não posso estar chateado com o meu paciente, porque, senão, qual vai ser da minha abastada vida. Em termos monetários não ganho nada com ele e ainda perco dinheiro, mas sinto-me muito honrado e tenho muito prazer em tratá-lo. Quer saber porque é que não ganho nada com ele? Reveja só para este proverbio: “Gado de bico não faz ninguém rico”. Como sabem, a arma que o Kakoi usa para as suas kakoiadaz é o bico com que ele manda as bicadas por tudo o que é net, a esgrimar a sua sapiencia. Sempre que alguém lhe enxota, ele vem ter comigo (o Guru dele), para ir em sua defesa. Como ele sabe que faço fintadas em lá ir, ele tem de declarar-me os Códigos primeiro. Esses códigos são os adjetivos que ele bem sabe usar. Os adjectivos que ele usa saem dos seus trombones para a sua propria qualificação. Sabe porque é que ele usa esses adjectivos? São os mesmos adjectivos que as outras pessoas (que mesmo educadas já se passaram com as suas afrontas nos nos vários Foruns da net)usaram contra ele. Viram que eu já lhe disse demasiadas vezes que ele nem sequer sabe dar um simples link na net; ele quer dar o seu show e deu-o na asemana e diz-nos para consultarmos o link Este touareg nem sequer sabe que um link deve estar isolado e não pode estar encostado a nenhuma outra palavra ou pontuação? ! É este touareg que vem chamar a si proprio de “burro, besta burro” e analfabeto?! Que ele tem razão, ele tem! Este “analfa” pôs-me os corninhos por cima da letra O da palavra schon só para mostrar ao mundo que percebe de alemão? Meu amigo, para alemão, holandês, sueco, e um poco de norueguès, venha até mim que hei-de recebê-lo de braços abertos! É este “meu ndenguy” que quer fazer Kakoiadas comigo? E este ndenguy que não põe os acentos do teclado nos seus escritos, com as desculpas de que o seu teckado não possui acentos e que na net os acentos são terceários? Quantas sapiencias, deste tipo, ele não comete com estas desculpas nos varios nicknames que ele usa? Como é que ele descobriu os corninhos que ele pôs no O? Cudado com estes corninhos, homem! Repare que não fez nenhum reparo nas outras palavras que eu não meti os acentos. Afinal esses corninhos têm tucim!
Tadinho do Undertaker? Nao (nao pus duas vezes acento viste?!) enganas ninguém! Toda a gente ja viu que és analfabeto. Em portugues, todos sabemos que nao metemos acento por uma questao de rapidez na Net! Ou entao quando se está a escrever em teclado estrangeiro que nao o nosso. Mas todos percebemos e sabemos que a palavra nao tem um til. So o Undertaker é que de repente finge e esquece-se de colocar o acento na palavra ‘varios’ na quarta linha a contar do fim do seu texto à esquerda.
Em alemao pelo contrario quadno escreves duas schon e schön tens que colcoar o acento na segunda porque significam coisas diferentes. E’ tao simples como isso! Mas o palhaço do Undertaker nao sabe.
Ele agora está a delirar e nao se da conta que está a ridicularizar-se.
Que eu saiba nunca ninguém nos diferentes bloques trocou argumentos com ele. Porquê? Porque ele escreve so disparates.
Eu pelo contrario ha montes de pessoas que dialogam comigo ou ficam fulos com os meus comentarios. Caso de Undertaker que sempre teve medo de mim e ainda por cima admira-me e que ser mesmo o meu psiquiatra. Imaginem um doido que quer ser psiquiatra!
O gajo é tao gaiato que fingiu nao perceber o meu link, que por causa daquela rapidez de teclado como costumo dizer ficou colado à frase seguinte! Qualquer atrasado mental veria que a letra E começava uma frase seguinte e que nao tinha nada com o link que terminava em p! So o Undertaker é que finge nao entender.
Mas porque nao estou a trabalhar apenas para ele aqui está de novo o link:
http://colonialhall.com/index_t1.php
Eu quero pedir desculpas e a compreensao dos ilustres donos desta tertulia crioula pela minha participaçao nessa diversao louca de Undertaker.
Mas têm de compreender que a liberdade de expressao é isso mesmo: permitir derrapagens e deixar cada um dizer as suas asneiras até tomar consciência de que faz figura de palhaço.
Infelizmente nao passados de animais e como dizia Freud, nao tenho grandes esperanças de que o homem saiba um dia o que seja razao. O homem é 99 por cento de emoçao, sentimentos, intolerância e fanatismo e 1 por cento de razao.
Undertaker infelizmente faz parte dos 99 por cento, logo nao ha nada a fazer.
Ainda por cima despreza os Antigos, porque na verdade ele nao gosta dos autores classicos porque é disléxico mental. Sim o rapaz nao sabe ler; ele sofre da doença da letra vista ao espelho; quer dizer ele vê a palavra inteligência escrita, mas lê do fim para o principio o que dá …aicnêgiletni…
Percebem o que eu vos digo?!
Uma vez mais as minhas sinceras desculpas mas ficaria fulo se usassem de censura contra o Undertaker. A unica arma contra fanaticos é a liberdade de expressao. Logo que continue a divertir-nos o pallho de serviço Undertaker!s mi
Venho aqui, outra vez, em socorro ao meu paciente, porque ele tem de ser rapidamente medicado por mim. O mesmo anda desorientadamente desorientado que anda a meter os mesmos comentários aqui e no asemana, para ver se esconde o seu Calcanhar de Aquiles que eu bem o conheço. Ele insiste em não saber dar este mesmo link no asemana. E o burro sou eu! Desta vez vai dar desculpas de quê? Eu bem lhe disse que você nao sabe dar links, por variadas vezes e tem de deitar a toalha ao chão, homem sem consciência! No asemana o Link está errado, homem! Pode ir lá e ver as explicações! Tem de reconhecer que enquanto Undertaker respira este ar puro do mundo superficial, você tem de estar sempre a se rebaixar perante ele. “Bu ka saby me my q e patrom”! Dizem que o homem pode usar até 10% da capacidade cerebral e que ninguém ainda atingiu tal façanha. Reparem nas palabras homem e cerebro. Como é que o Kakoi que até o seu Doglas conseque ter mais consciência que ele e que nem sequer tem cérebro consegue fazer o uso de pelo menos 0,10? Kakoi, pelos adjectivos que você bem sabe usar para se caracterizar a si mesmo, pelo não saber dar link e por não possuir cérebro (voce só pode ter serebru), tudo aponta que tenho de mandá-lo fazer estágios noz alupekaz. Já meti um comentário na net e mostrar aoz alupekaz a minha intençãode lhe mandar para lá. Não se arrelie, porque se você for para lá estará sobre o meu supervisionamento, á distância. Já repararam nas desculpas que o touareg dá para ocultar a sua sapiência? O Mestre não pôe os acentos em Portugues porque blablabla, mas é obrigatório pô-los numa lingua estrangeira! Mas que raio de homem é que inventa regras só para ele! Não é que o Manel Bega é também assim! Como são especialistas em inventar, pode-se colegar com ele. Onde é que este Kakoi inventa o acento que ele mete na letra E? Quando é que vai aprender alguma coisa de útil?
Oh Undertaker se numa lingua estrangeira nao puseres acentos quando ha crias confusao na cabeça das pessoas cuja lingua é outra. Na tua lingua mesmo que eu nao ponha o til e o agudo nas palavras seguintes e mais atras tu percebes proque é tua lingua. Percebes ou nao?
Mais uma liçao sobre o schon e schön. Se dou estas explicaçoes é porque têm a ver com a problematica em debate sobre o nosso ciroulo. Mas dizia em schon a pronuncia é quase um ô nalgumas partes do norte da Alemanha ou quase um u meio u meio o; no schön a pronuncia é oe quase e fechado na garganta. Logo se pronunciares uma das palavras palavra fazendo um ditado a uma criança ela escreve mal.
Vejamos agora o Fidje da Terra de Baltasar, o exemplo mindelense que dei foi um exemplo como outro qualquer. Podia ser também o crioulo de SNicolau, SAntanton ou outra ilha qualquer tirando Santiago. E se dei o exemplo sanvicentino é porque Manuel Veiga tem-no como paradigma para a zona de Barlavento pois disse que esse crioulo nasceu à volta do Porto Grande do encontro de varios crioulos nomedamente de S Antao, SNicolau e Boavista.
AlIAS NA SUA ENTrevista ele deu inclusivé palavras do crioulo mindelense que ja entraram na gíria do crioulo badiu. Portanto, pergunta-se entao, porque nao o meu crioulo mindelense? So que ele aproveitou por dizer logo de seguida que o crioulo que tem de ser oficializado é o de Santiago porque é a ilha com maior populaçao e aquelas leviandades que a gente ja está farto de ouvir. A verdade é que Manel Veiga estava numa operaçao de charme para deitar areia para os olhos dos mindelenses ao dizer-lhes que o crioulo deles é o maior em Barlavento.
Felizmente que eu estou atento e nao vou nessas cantigas de sereia. Ele entao tem de ser consequente oficializando o meu crioulo para todo o CVerde, porque ninguem em SVicente vai falar e escrever badiu. Mas a mim nao me faria mal nenhum que fosse o teu crioulo Fidege de sNicolau, ou de uma outra ilha. Até o de Santiago, porque como ja disse eu estou aqui so a polemicar e a chamar a atençao para as pessoas para esta imposiçao ideologica.
Mas no rigor, estou-me nas tintas se vocês falarao no futuro badiupec! Eu é que nao falarei, porque nao preciso de crioulo para nada!
O Kakoi já viu o filme “Saturno 3: o robot assassino”? Este Kakoi parece ser o construtor do robot e o proprio robot. Não sinto pena de penados!
Sr. Primeiro Ministro do Estado Cabo Verde
Dr. José M. Neves
Desejo-lhe uma rápida recuperação da sua saúde e uma óptima disposiçâo, para que possa regressar às funções, temporáriamente e forçosamente interrompidas.
Reconheco que o Sr. 1º M. tem estado a conduzir os destinos do País de forma satisfatória mas há um aspecto no qual o Sr. 1º M. precisa empenhar-se mais:
Na Unidade dos Caboverdianos!
Essa é a grande verdade que precisa ser dita e não vale a pena continuar fazer a política de avestruz!
Temos assistido nos jornais oneline uma autentica guerra civil entre os Caboverdianos e precisamos fazer todos os possíveis para que esta situação não continue a agravar.
Desde o tempo colonial passando pelos sucessivos governos caboverdianos temos deparado com pessoas inescrupulosas que tem feito de tudo para apostar na Desunidade entre os Caboverdeanos!
Actualmente essa situação tem um rosto e tem o nome, sobejamente conhecido…
Peço-lhe encarecidamente que aproveite o retempero das suas forças remodele o homem com a máxima urgência, sob pena de … esta situação continuar a agravar-se.
Com votos de rápido restabelecimento da saúde,
Caboverdianamente
DoCabo
Sr. Primeru Ministru, pa termina, pabia N sabe ma, nho, nhu ka ta sigi konsedju di fantasma, N sa ta ben da nha Identifikason:
Nomi di igreja: Katxor di 2 pe; Pai: Kolonialistas Purtuges; Filiason Pulitiku: UDC; Filozofia: kontra Independensia di Kabu Verdi; kontra ki Kabuverdianus ten liberdadi di skodje ki lingua es ta papia; Odiu di tudu kes patriotas, dezignadamenti Manuel Veiga.
Li di riba, N uza pzeudonimu di DoCabo, mas N ten un monti di nominhus ki N ta uza, sima Undertaker, Kakói, Underdôglas, Piripiri, Filomena, PIDE-mindelo, etc., etc.
N ten ki inventa un monti di nomis, pa N pode inventa gera sivil na internet.
Ka nhu djobe realidadi, nhu djobe virtualidadi di internet.
O DoCabo meteu alguma senha seceta para comentar neste espaço? Há um desorientado JOSÉ de Al Binda Kakoi Underdoglas Beto Silva BOUQUINHAS que anda a ser cavalgado pelo Undertaker no Opinião da asemana e que ele diz que este site está a exigir Senhas. Eu não meti nenhuma senha. Só ao BURRO do Kakoi é que se lhe exige Senha? Coitado do meu Paciente. É o que dá quando um Paciente se quer meter com o seu Guru. Vamos activar ests discussões, agora sobre o malfadado alupekaz. Já que o crioulo não foi penosamente oficializado, temos de fazer o funeral ao alfabeto doz alupekaz. Em cima há links onde pode-se ir ver os antigos comentários.