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	<title>Comentários em: O Modelo de Turismo Low Cost: A Revolução dos Tempos Modernos</title>
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	<description>Um espaço de discussão e opinião</description>
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		<title>Por: Tavares</title>
		<link>http://tertuliacrioula.com/2009/11/26/o-modelo-de-turismo-low-cost/comment-page-1/#comment-1557</link>
		<dc:creator>Tavares</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 12:14:18 +0000</pubDate>
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		<description>Meu caro isso é uma grande valia mas, em certos casos isso não compensa são voos baratos e logo como disse. mas muitas vezes a quem não consiga viajar e isso fica muitas vez mais caro pois se for fora do pais isso é complicao</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro isso é uma grande valia mas, em certos casos isso não compensa são voos baratos e logo como disse. mas muitas vezes a quem não consiga viajar e isso fica muitas vez mais caro pois se for fora do pais isso é complicao</p>
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		<title>Por: Underdôglas</title>
		<link>http://tertuliacrioula.com/2009/11/26/o-modelo-de-turismo-low-cost/comment-page-1/#comment-1535</link>
		<dc:creator>Underdôglas</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 15:16:49 +0000</pubDate>
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		<description>Eu queria ainda analisar um ponto destacado por Nivaldo e que tem a ver com a minha postura critica em relaçao à nossa elite.

Nivaldo diz que critico as pessoas para depois surgir no fim como uma espécie de herói. Nada mais falso! Aqui ha uns tempos um outro jovem com formaçao na sociologia dizia-me também que eu tinha vindo para humilhar as nossas elites em especial os homens politicos.

Tmabém aqui nada mais falso. Objectivamente falando, as minhas intervençoes inscrevem-se numa acçao de denuncia da elite que tomou conta de Cabo Verde em 1974; e depois da elite duma maneira geral que acho ser muito incompetente.

As minhas intervneçoes servem para chamar a atençao das pessoas para aquilo que sao na verdade as nossas elites, para aquilo que se aproxima mais da verdade do que aquilo que é so aparência. 

Considero que a nossa elite exagera as suas capacidades intelectuais e profissionais. E&#039; isso que estou a denunciar. Ajudando inclusivamente as pessoas quando chamadas à pedra, para verem que afinal devem estudar mais e que ha pessoas que estao atentas às suas calinadas.

Conclusao: se venho incluindo também os mais jovens como Nivaldo neste rol, é porque reparei que estamos a ter filhos extremamente vaidosos, gananciosos e ambiciosos materiais, mas que ao nivel espiritual e intelectual nao é também grande coisa; alias tirando o aspecto das novas tecnologias, onde os mais novos estao mais à vontade do que os mais velhos, a formaçao itnelctual de base dos jovens deixa muito a desejar, é de segunda categoria em relaçao à formaçao dos pais.

Portanto, quero sim, é obrigar as pessoas a estudarem a fundo os seus dossiers, antes de vir a publico pavonear-se com dois ou três paragrafos. Eu mostro e demonstro as falhas de analise e de conhecimentos dos nossos ditos intelectuais e doutores, que apenas conhecem as matérias dos manuais de curso, mas depois, nao leram sequer 10 livros das bibliografias de referências das suas formaçoes.

Alias é sabido que nao ha livros em Cabo Verde e que os nosso intelectuais nao têm livros; como podiam, se têm um vencimento que mal da para sustentar a familia? Portanto o que quero dizer é que gostaria que fossemos muito mais humildes, porque aquilo que sabemos muitas vezes nao é grande coisa, para estarmos sempre a exigir estatutos, dinheiro e privilégios. O que um doutor vai dizer muitas vezes na Radio e TV, é o que qualquer crioulo com algumas leituras, pode também dizer. O que digo é que a nossa elite nao diz nada de especial que mereça respeito ou destaque.

Percebes ou nao jovem Nivaldo? Se nao quiseres perceber, o problema nao é meu. Agora uma coisa é certa: eu nunca dou a outra face. Sou um homem de potência, de estratégias de força. Tiras-me um dente, tiro-te 20 e espatifo-te toda a cara. 

So devemos ser respeitosos daqueles que nos respeitam, amigos dos nossos amigos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu queria ainda analisar um ponto destacado por Nivaldo e que tem a ver com a minha postura critica em relaçao à nossa elite.</p>
<p>Nivaldo diz que critico as pessoas para depois surgir no fim como uma espécie de herói. Nada mais falso! Aqui ha uns tempos um outro jovem com formaçao na sociologia dizia-me também que eu tinha vindo para humilhar as nossas elites em especial os homens politicos.</p>
<p>Tmabém aqui nada mais falso. Objectivamente falando, as minhas intervençoes inscrevem-se numa acçao de denuncia da elite que tomou conta de Cabo Verde em 1974; e depois da elite duma maneira geral que acho ser muito incompetente.</p>
<p>As minhas intervneçoes servem para chamar a atençao das pessoas para aquilo que sao na verdade as nossas elites, para aquilo que se aproxima mais da verdade do que aquilo que é so aparência. </p>
<p>Considero que a nossa elite exagera as suas capacidades intelectuais e profissionais. E&#8217; isso que estou a denunciar. Ajudando inclusivamente as pessoas quando chamadas à pedra, para verem que afinal devem estudar mais e que ha pessoas que estao atentas às suas calinadas.</p>
<p>Conclusao: se venho incluindo também os mais jovens como Nivaldo neste rol, é porque reparei que estamos a ter filhos extremamente vaidosos, gananciosos e ambiciosos materiais, mas que ao nivel espiritual e intelectual nao é também grande coisa; alias tirando o aspecto das novas tecnologias, onde os mais novos estao mais à vontade do que os mais velhos, a formaçao itnelctual de base dos jovens deixa muito a desejar, é de segunda categoria em relaçao à formaçao dos pais.</p>
<p>Portanto, quero sim, é obrigar as pessoas a estudarem a fundo os seus dossiers, antes de vir a publico pavonear-se com dois ou três paragrafos. Eu mostro e demonstro as falhas de analise e de conhecimentos dos nossos ditos intelectuais e doutores, que apenas conhecem as matérias dos manuais de curso, mas depois, nao leram sequer 10 livros das bibliografias de referências das suas formaçoes.</p>
<p>Alias é sabido que nao ha livros em Cabo Verde e que os nosso intelectuais nao têm livros; como podiam, se têm um vencimento que mal da para sustentar a familia? Portanto o que quero dizer é que gostaria que fossemos muito mais humildes, porque aquilo que sabemos muitas vezes nao é grande coisa, para estarmos sempre a exigir estatutos, dinheiro e privilégios. O que um doutor vai dizer muitas vezes na Radio e TV, é o que qualquer crioulo com algumas leituras, pode também dizer. O que digo é que a nossa elite nao diz nada de especial que mereça respeito ou destaque.</p>
<p>Percebes ou nao jovem Nivaldo? Se nao quiseres perceber, o problema nao é meu. Agora uma coisa é certa: eu nunca dou a outra face. Sou um homem de potência, de estratégias de força. Tiras-me um dente, tiro-te 20 e espatifo-te toda a cara. </p>
<p>So devemos ser respeitosos daqueles que nos respeitam, amigos dos nossos amigos!</p>
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	<item>
		<title>Por: Underdôglas</title>
		<link>http://tertuliacrioula.com/2009/11/26/o-modelo-de-turismo-low-cost/comment-page-1/#comment-1534</link>
		<dc:creator>Underdôglas</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 14:51:23 +0000</pubDate>
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		<description>Estou aqui, a seguir-te Nivaldo! Pensas que me apanhas distraído? Oh menino, eu tenho um filho de 30 anos, portanto mais velho do que tu, mas vocês pertencem à mesma geraçao. Conheço as capacidades intelectuais de toda essa geraçao.

E&#039; uma geraçao com um ego descomunal como eu disse e repito. Oiço os debates que o meu filho tem com os seus amigos. E olha que nao sao dos mais burros e foram também para a Universidade como insistes em dizer-me em relaçao a ti.

Numa coisa tens razao, mas eu ja o tinha escrito; ir à  Unviersidade nao é sinonimo de saber e conhecimento.Sobretudo Universidades em países pobres financeira e culturalmente como Portugal. Eu conheço o sistema de ensino superior português, rapazola! Tirando um ou dois estabelecimentos historicos como a Universidade de Coimbra, é tudo de quinta categoria! Universidades que formam putos como tu sem qualquer preparaçao intelectual e cultural; alias é por isso que nem percebes o fundo do meu pensamento sobre o racismo que denunciei ao referir-me a portugueses brancos e portugueses pretos.

Infelizmente nem isso se percebes.Eu estava precisamente a denunciar um sistema que so da oportunidades a brancos e nunca aos pretos, ou escurinhos, como me referi a ti, com ironia, mas ao mesmo tempo, para te dizer que mesmo os mais clarinhos de origem imigrante nao têm essas oportunidades; percebes ou nao rapaz atrevido.

Pedes-me o meu e.mail? Vai tirar pulo na cinza, como se diz na minha Ilha. Quando falei em imigrantes e filhos de caboverdianos estava precisamente a referir-me à tua condiçao de caboverdiano. Eu sei que nao és português, até porque ja o tinhas deixado entender no teu texto em debate. Eu sei ler, rapaz! Sei ler, mesmo quando o autor nao o diz explicitamente. Razao pela qual entendi perfeitamente o teu texto, cujo titulo reivindica inclusivé uma revoluçao. Revoluçao uma ova! Mas tu pensas que a maioria dos cidadaos ja tem acesso ao novo mundo globalizado? Que toda a gente sabe utilizar esta ferramenta da Net e das novas tecnologias? Estás mas é a sonhar.

Ainda por cima és um mentiroso! Onde viste que copiei na Net, o que escreveu citando obras &quot;fresquinhas&quot;? Mas tu nao disseste que me lês? Entao és analfabeto porque eu tenho mesmo criticado duramente esses individuos que pensam que a Net é um milagre em termos de acesso ao conhecimento. 

Estou a ver que tu és daqueles que estuda na Wiképdia, que consulta o saber da Net. Nao, meu caro, ja te disse que sou um homem de livros pesados. Sou um animal de bilbliotecas. Tenho uma grande biblioteca de classicos dos diferentes saberes universwais em casa, e passo a vida em grandes bibliotecas universitarias; és do Porto, mas tenta visitar a a biblioteca da Unversidade de Coimbra que frequentei; visita as bibliotecas de Oxford e Cambridge se passares por Londres, tu que tens a mania de conhecer a linguagem oxridgiana! Se passares por Paris, vai ver a bilioteca de Sainte Geneviève. Sao essas as minhas referências, onde passei horas e horas; ja agora uma saltada às Bibilotecas da Unviersidade de Colónia, Berlim,Bruxelas e Roterdao. E também a bilioteca americana do Congresso americano... Queres mais? Sou um homem do mundo que conhece mais de 100 países do mundo.

Quando nasci na minha casa ja havia uma biblioteca e aprendi a ler aos 4 anos. Chega-te ou queres mais, menino? Nao, nao sou filho de plantador de legumes!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estou aqui, a seguir-te Nivaldo! Pensas que me apanhas distraído? Oh menino, eu tenho um filho de 30 anos, portanto mais velho do que tu, mas vocês pertencem à mesma geraçao. Conheço as capacidades intelectuais de toda essa geraçao.</p>
<p>E&#8217; uma geraçao com um ego descomunal como eu disse e repito. Oiço os debates que o meu filho tem com os seus amigos. E olha que nao sao dos mais burros e foram também para a Universidade como insistes em dizer-me em relaçao a ti.</p>
<p>Numa coisa tens razao, mas eu ja o tinha escrito; ir à  Unviersidade nao é sinonimo de saber e conhecimento.Sobretudo Universidades em países pobres financeira e culturalmente como Portugal. Eu conheço o sistema de ensino superior português, rapazola! Tirando um ou dois estabelecimentos historicos como a Universidade de Coimbra, é tudo de quinta categoria! Universidades que formam putos como tu sem qualquer preparaçao intelectual e cultural; alias é por isso que nem percebes o fundo do meu pensamento sobre o racismo que denunciei ao referir-me a portugueses brancos e portugueses pretos.</p>
<p>Infelizmente nem isso se percebes.Eu estava precisamente a denunciar um sistema que so da oportunidades a brancos e nunca aos pretos, ou escurinhos, como me referi a ti, com ironia, mas ao mesmo tempo, para te dizer que mesmo os mais clarinhos de origem imigrante nao têm essas oportunidades; percebes ou nao rapaz atrevido.</p>
<p>Pedes-me o meu e.mail? Vai tirar pulo na cinza, como se diz na minha Ilha. Quando falei em imigrantes e filhos de caboverdianos estava precisamente a referir-me à tua condiçao de caboverdiano. Eu sei que nao és português, até porque ja o tinhas deixado entender no teu texto em debate. Eu sei ler, rapaz! Sei ler, mesmo quando o autor nao o diz explicitamente. Razao pela qual entendi perfeitamente o teu texto, cujo titulo reivindica inclusivé uma revoluçao. Revoluçao uma ova! Mas tu pensas que a maioria dos cidadaos ja tem acesso ao novo mundo globalizado? Que toda a gente sabe utilizar esta ferramenta da Net e das novas tecnologias? Estás mas é a sonhar.</p>
<p>Ainda por cima és um mentiroso! Onde viste que copiei na Net, o que escreveu citando obras &#8220;fresquinhas&#8221;? Mas tu nao disseste que me lês? Entao és analfabeto porque eu tenho mesmo criticado duramente esses individuos que pensam que a Net é um milagre em termos de acesso ao conhecimento. </p>
<p>Estou a ver que tu és daqueles que estuda na Wiképdia, que consulta o saber da Net. Nao, meu caro, ja te disse que sou um homem de livros pesados. Sou um animal de bilbliotecas. Tenho uma grande biblioteca de classicos dos diferentes saberes universwais em casa, e passo a vida em grandes bibliotecas universitarias; és do Porto, mas tenta visitar a a biblioteca da Unversidade de Coimbra que frequentei; visita as bibliotecas de Oxford e Cambridge se passares por Londres, tu que tens a mania de conhecer a linguagem oxridgiana! Se passares por Paris, vai ver a bilioteca de Sainte Geneviève. Sao essas as minhas referências, onde passei horas e horas; ja agora uma saltada às Bibilotecas da Unviersidade de Colónia, Berlim,Bruxelas e Roterdao. E também a bilioteca americana do Congresso americano&#8230; Queres mais? Sou um homem do mundo que conhece mais de 100 países do mundo.</p>
<p>Quando nasci na minha casa ja havia uma biblioteca e aprendi a ler aos 4 anos. Chega-te ou queres mais, menino? Nao, nao sou filho de plantador de legumes!</p>
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		<title>Por: Nivaldo Vicente</title>
		<link>http://tertuliacrioula.com/2009/11/26/o-modelo-de-turismo-low-cost/comment-page-1/#comment-1533</link>
		<dc:creator>Nivaldo Vicente</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 13:53:46 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Underdoglas, sobre esta conversa a 2 penso realmente que escusaria de chegar aos termos que já se encontra! Devemos ao menos respeitar este espaço que existe para debater ideias e não pseudo-instelectualidades pelo que não irei, pelo menos neste espaço, responder a quaisquer novos ataques! Se o quiser fazer tem aí o meu email! 
No entanto tenho de lhe dizer que não percebi essa relação que faz entre esses (e passo a citar) &#039;escurinhos de Portugal&#039; e &#039;portugueses brancos&#039; a tentarem estágios ou Masters fora de Portugal e a serem autênticos desastres! Já me faz lembrar o Nobel James Watson que há uns tempos defendeu que nós os africanos somos menos inteligentes que os europeus,...você consegue estabelecer esse mesma relação no que diz respeito aos &#039;brancos portugueses&#039;, não é? 1º: Eu não sou português, nasci e cresci em Cabo Verde! 2º Ambos sabemos que as escolas não são linhas de montagem, ora a capacidade das pessoas não se mede pelas Universidades onde estudam (ora você estudou onde mesmo?)! 3ºDeixemo-nos de copiar os citações de obras retiradas bem &#039;fresquinhas&#039; do google para fazermos crescer o ego face aos leitores. 4º Quanto à minha suposta falta de cultura, é como lhe disse, havemos de nos encontrar em outros debates para nos pôrmos à prova! Aí a terá a sua resposta!
Muito sinceramente não me ofende ao chamar-me de &#039;quase branquinho&#039; ou &#039;nome de couve&#039;! 
É de couve mas é o meu nome...e o seu?
Nivaldo Vicente
PS: Reafirmo que por respeito aos administradores deste espaço não responderei a mais comentários seus! Apenas se tiver comentarios a fazer acerca do conteudo do artigo! Para todo o resto o meu email é nivaldovicente@gmail.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Underdoglas, sobre esta conversa a 2 penso realmente que escusaria de chegar aos termos que já se encontra! Devemos ao menos respeitar este espaço que existe para debater ideias e não pseudo-instelectualidades pelo que não irei, pelo menos neste espaço, responder a quaisquer novos ataques! Se o quiser fazer tem aí o meu email!<br />
No entanto tenho de lhe dizer que não percebi essa relação que faz entre esses (e passo a citar) &#8216;escurinhos de Portugal&#8217; e &#8216;portugueses brancos&#8217; a tentarem estágios ou Masters fora de Portugal e a serem autênticos desastres! Já me faz lembrar o Nobel James Watson que há uns tempos defendeu que nós os africanos somos menos inteligentes que os europeus,&#8230;você consegue estabelecer esse mesma relação no que diz respeito aos &#8216;brancos portugueses&#8217;, não é? 1º: Eu não sou português, nasci e cresci em Cabo Verde! 2º Ambos sabemos que as escolas não são linhas de montagem, ora a capacidade das pessoas não se mede pelas Universidades onde estudam (ora você estudou onde mesmo?)! 3ºDeixemo-nos de copiar os citações de obras retiradas bem &#8216;fresquinhas&#8217; do google para fazermos crescer o ego face aos leitores. 4º Quanto à minha suposta falta de cultura, é como lhe disse, havemos de nos encontrar em outros debates para nos pôrmos à prova! Aí a terá a sua resposta!<br />
Muito sinceramente não me ofende ao chamar-me de &#8216;quase branquinho&#8217; ou &#8216;nome de couve&#8217;!<br />
É de couve mas é o meu nome&#8230;e o seu?<br />
Nivaldo Vicente<br />
PS: Reafirmo que por respeito aos administradores deste espaço não responderei a mais comentários seus! Apenas se tiver comentarios a fazer acerca do conteudo do artigo! Para todo o resto o meu email é <a href="mailto:nivaldovicente@gmail.com">nivaldovicente@gmail.com</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Underdôglas</title>
		<link>http://tertuliacrioula.com/2009/11/26/o-modelo-de-turismo-low-cost/comment-page-1/#comment-1532</link>
		<dc:creator>Underdôglas</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 08:55:08 +0000</pubDate>
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		<description>Bem, porque gosto do rigor, citemos com rigor: 

&quot;A horse, a horse, my kingdom for a horse!&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, porque gosto do rigor, citemos com rigor: </p>
<p>&#8220;A horse, a horse, my kingdom for a horse!&#8221;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Underdôglas</title>
		<link>http://tertuliacrioula.com/2009/11/26/o-modelo-de-turismo-low-cost/comment-page-1/#comment-1531</link>
		<dc:creator>Underdôglas</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 08:53:13 +0000</pubDate>
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		<description>O menino insiste! Oh Nivaldo, com este nome de couve, para mim és um pseudónimo rapaz! Assinar Nivaldo Vicente,nao quer dizer rigorosamente nada no mundo da Net.Tanto pode ser o teu verdadeiro nome (apesar de pensar que Nivaldo é nome de um legume) como pode ser um pseudónimo. Para mim alias é um nickname, pois o teu nome nao me diz rigorosamente nada!

Com que entao o vendedor de bilhetes duvida dos meus skills? 

&quot;What! are you mad? I charge you, get you home.&quot; O monstrous act! Villany! villany!villany!&quot;

Fico por aqui, ou queres que te envio para o The Tempest?!

Menino Nivaldo, vê la se vendes os teus bilhetes porque és ainda muito novo para fazer frente a este velho irascivel e drogado de livros. Vou dar-te um conselho: vende os teus bilhetes, porque é para isso que foste formado.

Alguém que escolhe curso de turismo e de venda de bilhetes nao pode saber o que é a Filosofia, a Moral, o Direito, o poder, o ódio, o ciúme, as grandes literaturas, os grandes autores tragicos. Isso é coisa de gente com uma mente gigantesca e nao para espiritos contabilisticos e vendedores de legumes.

Para a tua informaçao Nivaldo, recebo jovens estagiarios entre os 25 e 30 anos, todos portugueses brancos com formaçao unviersitaria. 99 por cento desses jovens sao um desastre em termos de formaçao académica. 

Mas vocês têm algo de comum: sao todos atrevidos e com um ego descomunal! Mas na cabeça nao têm nada. Outra coisa que têm em comum: todos gostam de exibir os seus conhecimentos de inglês. E&#039; uma mania que habita a juventude portuguesa. O problema é que para la de dizerem algumas frases feitas em inglês imitando a pronuncia londrina ou novaiorquina, quando se avança  para o conhecimento e analise de textos, sao autenticos analfabetos.

Olha que nao estou a exagerar e nos ultimos 10 anos recebi umas boas dezenas de estagiarios; sem dizer que cruzo essa juventude portuguesa branca um pouco por toda a Europa. Sao jovens que saiem das Unviersidades mas depois têm dificuldades em encontrar um trabalho, entao aventuram-se pela Europa mais desenvolvida à procura de um estagio, ou de fazer um Master qualquer ou mesmo para trabalhar.

Um autêntico desastre! Mas curiosamente entre essa juventude portuguesa nao encontro um unico escurinho, um unico preto. Sao todos brancos que atravessam esta Europa. Pergunta-se agora mas nao ha portugueses pretos? Porque é que so os jovens portugueses brancos é que viajam através da Europa à procura de novas oportundiades? Porque é que nunca se encontra um jovem portugues negro, ou mesmo um jovem imigrante de origem caboverdiana a tentar um estagio ou um Master na Inglaterra França, Alemanha, ou Holanda, vindo de Portugal?
Sabes responder-me oh Nivaldo, tu que és um desses jovens de origem cabvoerdiana em Portugal? E olha que pela tua foto tu até que és quase branquinho. 

Responde la rapaz, atrevido!

&#039;&quot; A horse! a horse, for my Kingdom!&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O menino insiste! Oh Nivaldo, com este nome de couve, para mim és um pseudónimo rapaz! Assinar Nivaldo Vicente,nao quer dizer rigorosamente nada no mundo da Net.Tanto pode ser o teu verdadeiro nome (apesar de pensar que Nivaldo é nome de um legume) como pode ser um pseudónimo. Para mim alias é um nickname, pois o teu nome nao me diz rigorosamente nada!</p>
<p>Com que entao o vendedor de bilhetes duvida dos meus skills? </p>
<p>&#8220;What! are you mad? I charge you, get you home.&#8221; O monstrous act! Villany! villany!villany!&#8221;</p>
<p>Fico por aqui, ou queres que te envio para o The Tempest?!</p>
<p>Menino Nivaldo, vê la se vendes os teus bilhetes porque és ainda muito novo para fazer frente a este velho irascivel e drogado de livros. Vou dar-te um conselho: vende os teus bilhetes, porque é para isso que foste formado.</p>
<p>Alguém que escolhe curso de turismo e de venda de bilhetes nao pode saber o que é a Filosofia, a Moral, o Direito, o poder, o ódio, o ciúme, as grandes literaturas, os grandes autores tragicos. Isso é coisa de gente com uma mente gigantesca e nao para espiritos contabilisticos e vendedores de legumes.</p>
<p>Para a tua informaçao Nivaldo, recebo jovens estagiarios entre os 25 e 30 anos, todos portugueses brancos com formaçao unviersitaria. 99 por cento desses jovens sao um desastre em termos de formaçao académica. </p>
<p>Mas vocês têm algo de comum: sao todos atrevidos e com um ego descomunal! Mas na cabeça nao têm nada. Outra coisa que têm em comum: todos gostam de exibir os seus conhecimentos de inglês. E&#8217; uma mania que habita a juventude portuguesa. O problema é que para la de dizerem algumas frases feitas em inglês imitando a pronuncia londrina ou novaiorquina, quando se avança  para o conhecimento e analise de textos, sao autenticos analfabetos.</p>
<p>Olha que nao estou a exagerar e nos ultimos 10 anos recebi umas boas dezenas de estagiarios; sem dizer que cruzo essa juventude portuguesa branca um pouco por toda a Europa. Sao jovens que saiem das Unviersidades mas depois têm dificuldades em encontrar um trabalho, entao aventuram-se pela Europa mais desenvolvida à procura de um estagio, ou de fazer um Master qualquer ou mesmo para trabalhar.</p>
<p>Um autêntico desastre! Mas curiosamente entre essa juventude portuguesa nao encontro um unico escurinho, um unico preto. Sao todos brancos que atravessam esta Europa. Pergunta-se agora mas nao ha portugueses pretos? Porque é que so os jovens portugueses brancos é que viajam através da Europa à procura de novas oportundiades? Porque é que nunca se encontra um jovem portugues negro, ou mesmo um jovem imigrante de origem caboverdiana a tentar um estagio ou um Master na Inglaterra França, Alemanha, ou Holanda, vindo de Portugal?<br />
Sabes responder-me oh Nivaldo, tu que és um desses jovens de origem cabvoerdiana em Portugal? E olha que pela tua foto tu até que és quase branquinho. </p>
<p>Responde la rapaz, atrevido!</p>
<p>&#8216;&#8221; A horse! a horse, for my Kingdom!&#8221;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Nivaldo Vicente</title>
		<link>http://tertuliacrioula.com/2009/11/26/o-modelo-de-turismo-low-cost/comment-page-1/#comment-1530</link>
		<dc:creator>Nivaldo Vicente</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 19:27:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://tertuliacrioula.com/?p=203#comment-1530</guid>
		<description>Reparei que continuou com o pseudonimo...
Confesso que preferia dar oportunidades a outras pessoas que tivessem comentários a fazer acerca do artigo e não sobre os nossos supostos &#039;skills&#039; em inglês, filosofia ou história...ainda nos encontraremos em outros campos onde poderemos debater as nossas ideias sem este espírito do &#039;bota-a-baixo&#039;...
Saudações
Nivaldo Vicente</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Reparei que continuou com o pseudonimo&#8230;<br />
Confesso que preferia dar oportunidades a outras pessoas que tivessem comentários a fazer acerca do artigo e não sobre os nossos supostos &#8217;skills&#8217; em inglês, filosofia ou história&#8230;ainda nos encontraremos em outros campos onde poderemos debater as nossas ideias sem este espírito do &#8216;bota-a-baixo&#8217;&#8230;<br />
Saudações<br />
Nivaldo Vicente</p>
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	<item>
		<title>Por: Underdôglas</title>
		<link>http://tertuliacrioula.com/2009/11/26/o-modelo-de-turismo-low-cost/comment-page-1/#comment-1529</link>
		<dc:creator>Underdôglas</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 13:56:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://tertuliacrioula.com/?p=203#comment-1529</guid>
		<description>Nada de alarmes menino, mantem a tua calma e nao estejas a pensar que ja conseguiste penetrar o entendimento dos meus sentimentos e emoçoes.  Portanto à tua frasezinha em ingles respondo que &quot;I  keep you under firm control.&quot;

E se fiz referência aos teus pais é porque  deu mostras de um filho ingrato à familia visto pelos ingleses como &quot;the shoemaker&#039;s  son always goes barefoot; e se digo isto é porque no teu artigo quiseste demonstrar que é um &quot;skilled or knowledgeable person&quot;. 

Reparaste que pus entre aspas as palavras em inglês pois estamos a escrever um texto em português. E se recorro ao inglês é porque tu deixas entender que percebes a lingua, o que dou o beneficio da duvida, mas nao me convences.

So se tiveres estudado num país de lingua inglesa, o que é o meu caso e tenho mais de 40 anos a aprender inglês. Seido que falo quando insisto no complexo de inferioridade da cultura portuguesa em relaçao ao inglês. Os portugueses gostam de meter palavras chavoes em inglês quando escrevem ou falam português para dar a impressao de que dominam a lingua de Marlowe, o que na maior parte das vezes nao é verdade.

Portanto para um jovem que ainda nao tem 30 anos e que estudou em Portugal, nao me enganas. Verifiquei, que ja conhecias as minhas intervençoes, logo nao é a mim que pode chamar de inculto, mas sim a aqueles da tua idadde e que têm mestrado, que dialogam comigo.

Sim, porque se ha aqui pessoas com o grau de mestrado que dialogam comigo, é porque ainda pensam que digo alguma coisa com coisa.

Se fui duro contigo, é porque tu foste malcriado, querendo inclusivamente caricaturar a minha critica. Se ja conhecias as minhas intervençoes devias saber que eu nao tolero intolerantes. Conheço de cor a Carta da tolerância de John Locke, ou a de Voltaire e toda a filosofia da tolerância, o que me da autoridade para defender a intolerância contra intolerantes.

Nao sou daqueles masoquistas cristaos que defendem a moral de que quando se apanha uma bofetada à face direita ha que dar a outra face esquerda. Defendo mais a filosofia do Velho testamento de olho por olho dente por dente.

Estou a elevar muito o discurso teologico-filosofico, para um simples agente de viagens, ou tu estás mesmo à altura de debater coisas mais espirituais? Ou será que a tua formaçao intelectual pela venda de bilhetes de passagem de aviao? Mas um consultor que nao sabe sequer que mesmo em Cabo Verde, ha cartões de embarque, em português e nao apenas na versao inglesa, como afirmas aqui descaradamente de que ha expressoes inglesas que nao têm traduçao para português.

Eu nao vou rebater as tuas imprecisoes que voltaste a repetir, porque toda a gente honesta ja reparou que meteste o pé na argola e que agora estás a justificar-te. Tarde demais! Claro que querias generalizar coisas pontuais. Vejo que tenho aqui mais um espertinho de 25 anos, que nunca leu sequer 100 livros a sério, que me vem dizer que afinal nao percebi o fundo do seu pensamento.

Pois, pois, eu tenho sérias dificuldades com redacçoes de quarta classe, quando me deleito com a hermenêutico teologico-filosofica, e analiso e comparo Platao com Maquiavel, Shakespeare e Corneille e Schiller e trato por tu Adams Smith. infelzimente para a minha desgraça nao percebo um textinho de cra ca cá de um jovem inculto formado na escola retrógada portuguesa que tem universidades da quinta categoria. Cresce e aparece fedelho ou entao vende os teus bilhetes caladinho porque o meu nivel a superior a um vendedor de bilhetes....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nada de alarmes menino, mantem a tua calma e nao estejas a pensar que ja conseguiste penetrar o entendimento dos meus sentimentos e emoçoes.  Portanto à tua frasezinha em ingles respondo que &#8220;I  keep you under firm control.&#8221;</p>
<p>E se fiz referência aos teus pais é porque  deu mostras de um filho ingrato à familia visto pelos ingleses como &#8220;the shoemaker&#8217;s  son always goes barefoot; e se digo isto é porque no teu artigo quiseste demonstrar que é um &#8220;skilled or knowledgeable person&#8221;. </p>
<p>Reparaste que pus entre aspas as palavras em inglês pois estamos a escrever um texto em português. E se recorro ao inglês é porque tu deixas entender que percebes a lingua, o que dou o beneficio da duvida, mas nao me convences.</p>
<p>So se tiveres estudado num país de lingua inglesa, o que é o meu caso e tenho mais de 40 anos a aprender inglês. Seido que falo quando insisto no complexo de inferioridade da cultura portuguesa em relaçao ao inglês. Os portugueses gostam de meter palavras chavoes em inglês quando escrevem ou falam português para dar a impressao de que dominam a lingua de Marlowe, o que na maior parte das vezes nao é verdade.</p>
<p>Portanto para um jovem que ainda nao tem 30 anos e que estudou em Portugal, nao me enganas. Verifiquei, que ja conhecias as minhas intervençoes, logo nao é a mim que pode chamar de inculto, mas sim a aqueles da tua idadde e que têm mestrado, que dialogam comigo.</p>
<p>Sim, porque se ha aqui pessoas com o grau de mestrado que dialogam comigo, é porque ainda pensam que digo alguma coisa com coisa.</p>
<p>Se fui duro contigo, é porque tu foste malcriado, querendo inclusivamente caricaturar a minha critica. Se ja conhecias as minhas intervençoes devias saber que eu nao tolero intolerantes. Conheço de cor a Carta da tolerância de John Locke, ou a de Voltaire e toda a filosofia da tolerância, o que me da autoridade para defender a intolerância contra intolerantes.</p>
<p>Nao sou daqueles masoquistas cristaos que defendem a moral de que quando se apanha uma bofetada à face direita ha que dar a outra face esquerda. Defendo mais a filosofia do Velho testamento de olho por olho dente por dente.</p>
<p>Estou a elevar muito o discurso teologico-filosofico, para um simples agente de viagens, ou tu estás mesmo à altura de debater coisas mais espirituais? Ou será que a tua formaçao intelectual pela venda de bilhetes de passagem de aviao? Mas um consultor que nao sabe sequer que mesmo em Cabo Verde, ha cartões de embarque, em português e nao apenas na versao inglesa, como afirmas aqui descaradamente de que ha expressoes inglesas que nao têm traduçao para português.</p>
<p>Eu nao vou rebater as tuas imprecisoes que voltaste a repetir, porque toda a gente honesta ja reparou que meteste o pé na argola e que agora estás a justificar-te. Tarde demais! Claro que querias generalizar coisas pontuais. Vejo que tenho aqui mais um espertinho de 25 anos, que nunca leu sequer 100 livros a sério, que me vem dizer que afinal nao percebi o fundo do seu pensamento.</p>
<p>Pois, pois, eu tenho sérias dificuldades com redacçoes de quarta classe, quando me deleito com a hermenêutico teologico-filosofica, e analiso e comparo Platao com Maquiavel, Shakespeare e Corneille e Schiller e trato por tu Adams Smith. infelzimente para a minha desgraça nao percebo um textinho de cra ca cá de um jovem inculto formado na escola retrógada portuguesa que tem universidades da quinta categoria. Cresce e aparece fedelho ou entao vende os teus bilhetes caladinho porque o meu nivel a superior a um vendedor de bilhetes&#8230;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nivaldo Vicente</title>
		<link>http://tertuliacrioula.com/2009/11/26/o-modelo-de-turismo-low-cost/comment-page-1/#comment-1528</link>
		<dc:creator>Nivaldo Vicente</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 12:45:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://tertuliacrioula.com/?p=203#comment-1528</guid>
		<description>Caro Dagi,
Agradeço desde já a leitura ao artigo e as palavras de força. 
O pré-conceito acerca das companhias lowcost já se encontra praticamente desmistificada, até porque há cada vez mais pessoas a optar por estas companhias em detrimento das regulares, e a constatarem que as diferenças apenas se cingem ao conforto e ao preço.
Apraz-me saber que pude contribuir para que percebesse mais um bocadinho deste modelo de negócio que cresce a olhos vistos.
Aguardo mais visitas suas.
Saudações 
Nivaldo Vicente</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Dagi,<br />
Agradeço desde já a leitura ao artigo e as palavras de força.<br />
O pré-conceito acerca das companhias lowcost já se encontra praticamente desmistificada, até porque há cada vez mais pessoas a optar por estas companhias em detrimento das regulares, e a constatarem que as diferenças apenas se cingem ao conforto e ao preço.<br />
Apraz-me saber que pude contribuir para que percebesse mais um bocadinho deste modelo de negócio que cresce a olhos vistos.<br />
Aguardo mais visitas suas.<br />
Saudações<br />
Nivaldo Vicente</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nivaldo Vicente</title>
		<link>http://tertuliacrioula.com/2009/11/26/o-modelo-de-turismo-low-cost/comment-page-1/#comment-1527</link>
		<dc:creator>Nivaldo Vicente</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 12:33:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://tertuliacrioula.com/?p=203#comment-1527</guid>
		<description>Caro Underdoglas, antes de mais peço-lhe que releia o artigo, sem saltar nenhuma parte de preferência, para abandonarmos as questões que pouco têm ver com a génese do artigo que elaborei.

As críticas são sempre bem aceites, aliás, quando feitas de forma inteligente são oportunidades de aprendizagem.

O que me parece bastante inadequado (mesmo para alguém da sua idade) é tentar ‘atingir-me’ falando de pessoas que nada têm a ver com o artigo…agradeço-lhe que para a próxima se cinja apenas a mim, e não aos meus pais, (aliás falou em plantar batatas em Cabo Verde ou em Portugal, é desse tipo de ‘complexos de inferioridade’ que tanto fala nos seus comments?)!!  Se tenho idade dos seus filhos, deveria então dar-lhes melhor exemplo e não disparatar com ‘frases’ que só lhe ficam mal.

Caro Underdoglas, (e nesta parte apeteceu-me fazer um copy-paste, desculpe, um copia-cola da minha resposta ao seu blog) a intenção da primeira parte do artigo foi de responder a questões como esta: ‘sempre me perguntei como é que as companhias conseguiam fazer voos tão baratos e mesmo assim continuarem no mercado sem falir, aliás pensava que isso significava uma fraca segurança’. Eu começo a pensar que talvez não tenha lido o mesmo artigo e está a comentar o post errado. 
Nunca disse, e aconselho-o a ler novamente o artigo, que a Ryanair vendia bilhetes recorrentemente a 5EUR (como faz crer) mas pontualmente, e sendo uma pessoa tão perspicaz como quer nos fazer parecer, não me parece que não tenha sido capaz de perceber isso também! 

Na verdade, e até por aquilo que tenho visto dos seus comments aqui no tertuliacrioula, pude reparar que me parece um bombeiro pirómano, que deita fogo às estruturas para depois aparecer como salvador, com ideias e histórias sempre tão heróicas. Agora digo-lhe eu, vá enganar a outro! 

As suas questões não têm grande conteúdo, ora veja a última: ‘Enfim gostaria de saber quantos caboverdianos ja viajaram por 5 euros de um vôo Praia/Porto, pois está a escrever para leitores caboverdianos; ou mesmo de Paris/Porto como diz. Gostaria de ver uma lista de crioulos que disfruta desses serviços’. As lowcosts não são companhias exclusivas para crioulos, mas para todos, inclusive crioulos! Se nunca viajou por aqueles preços tente pesquisar no google algum forum onde possa trocar ideias e enriquecer o seu(já tão vasto) conhecimento do assunto!
Se lhe apetecer leia por favor: ‘O Impacto na Aviação Civil e no Turismo’ na 2ª parte do meu artigo, a resposta está lá. 

Já agora, com toda esse história de ‘complexo de inferioridade’, e assina os seus comments com o pseudónimo de Underdoglas!!! 

Conforme gosta de fazer, terminando os seus comentários com frases que nos lembram a todos os artigos shakesperianos que tanto domina, digo-lhe eu &#039;Get a grip on yourself, man!&#039;

Saudações

Nivaldo Vicente</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Underdoglas, antes de mais peço-lhe que releia o artigo, sem saltar nenhuma parte de preferência, para abandonarmos as questões que pouco têm ver com a génese do artigo que elaborei.</p>
<p>As críticas são sempre bem aceites, aliás, quando feitas de forma inteligente são oportunidades de aprendizagem.</p>
<p>O que me parece bastante inadequado (mesmo para alguém da sua idade) é tentar ‘atingir-me’ falando de pessoas que nada têm a ver com o artigo…agradeço-lhe que para a próxima se cinja apenas a mim, e não aos meus pais, (aliás falou em plantar batatas em Cabo Verde ou em Portugal, é desse tipo de ‘complexos de inferioridade’ que tanto fala nos seus comments?)!!  Se tenho idade dos seus filhos, deveria então dar-lhes melhor exemplo e não disparatar com ‘frases’ que só lhe ficam mal.</p>
<p>Caro Underdoglas, (e nesta parte apeteceu-me fazer um copy-paste, desculpe, um copia-cola da minha resposta ao seu blog) a intenção da primeira parte do artigo foi de responder a questões como esta: ‘sempre me perguntei como é que as companhias conseguiam fazer voos tão baratos e mesmo assim continuarem no mercado sem falir, aliás pensava que isso significava uma fraca segurança’. Eu começo a pensar que talvez não tenha lido o mesmo artigo e está a comentar o post errado.<br />
Nunca disse, e aconselho-o a ler novamente o artigo, que a Ryanair vendia bilhetes recorrentemente a 5EUR (como faz crer) mas pontualmente, e sendo uma pessoa tão perspicaz como quer nos fazer parecer, não me parece que não tenha sido capaz de perceber isso também! </p>
<p>Na verdade, e até por aquilo que tenho visto dos seus comments aqui no tertuliacrioula, pude reparar que me parece um bombeiro pirómano, que deita fogo às estruturas para depois aparecer como salvador, com ideias e histórias sempre tão heróicas. Agora digo-lhe eu, vá enganar a outro! </p>
<p>As suas questões não têm grande conteúdo, ora veja a última: ‘Enfim gostaria de saber quantos caboverdianos ja viajaram por 5 euros de um vôo Praia/Porto, pois está a escrever para leitores caboverdianos; ou mesmo de Paris/Porto como diz. Gostaria de ver uma lista de crioulos que disfruta desses serviços’. As lowcosts não são companhias exclusivas para crioulos, mas para todos, inclusive crioulos! Se nunca viajou por aqueles preços tente pesquisar no google algum forum onde possa trocar ideias e enriquecer o seu(já tão vasto) conhecimento do assunto!<br />
Se lhe apetecer leia por favor: ‘O Impacto na Aviação Civil e no Turismo’ na 2ª parte do meu artigo, a resposta está lá. </p>
<p>Já agora, com toda esse história de ‘complexo de inferioridade’, e assina os seus comments com o pseudónimo de Underdoglas!!! </p>
<p>Conforme gosta de fazer, terminando os seus comentários com frases que nos lembram a todos os artigos shakesperianos que tanto domina, digo-lhe eu &#8216;Get a grip on yourself, man!&#8217;</p>
<p>Saudações</p>
<p>Nivaldo Vicente</p>
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