Casamento Homossexual? Porque não?
Tem sido muito discutida na sociedade actual a possibilidade de haver ou não casamento homossexual. Em alguns países como Holanda, Canadá, Bélgica, em alguns estados dos Estados Unidos da América e Espanha o casamento homossexual já foi legalizado.
Esta é uma questão legal e social que irá perseguir-nos por algum tempo e quanto mais rapidamente ela tiver resposta melhor. Afinal, Cabo Verde como estado de direito democrático que é, não deverá limitar direitos aos seus cidadãos nem aos seus nacionais.
Legalmente é possível/ é permitido o casamento homossexual?
De acordo com o Código Civil (CC) caboverdiano, não. O casamento encontra-se definido no art. 1554º como uma união voluntária entre duas pessoas de sexo oposto que pretendem constituir família mediante uma comunhão plena de vida. E o art. 1590º alínea d) reitera essa posição ao estabelecer como juridicamente inexistente o casamento contraído entre duas pessoas do mesmo sexo.
A Constituição da República de Cabo Verde, por sua vez, nada obsta à celebração do casamento homossexual.
Vejamos: art. 7º b) estabelece como tarefa do Estado garantir o respeito pelos Direitos do Homem e assegurar o pleno exercício dos direitos e liberdades fundamentais a todos os cidadãos; art. 15º/1 determina que o “Estado reconhece como invioláveis os direitos e liberdades consignados na Constituição e garante a sua protecção”; artigo 23º consagra o princípio da igualdade no qual encontra-se estabelecido que ninguém pode ser “…prejudicado, privado de qualquer direito …em razão de raça, sexo…condições sociais…ou ideológicas.”; art. 40º assegura os direitos à identidade pessoal, ao desenvolvimento da personalidade e o direito à reserva da intimidade da sua vida pessoal e familiar; 46º consagra no seu nº 1 “Todos têm direito de contrair casamento…”; o art. 81º/3 determina o direito que todos têm de constituir família e, por fim, art. 86º estabelece que a família é o elemento fundamental e a base de toda a sociedade, como tal deve ser protegida pela sociedade e pelo Estado e que todos têm o direito a constituir família.
Além disso, temos os diplomas que pertencem ao ordenamento jurídico internacional e dos quais Cabo Verde faz parte, como é o caso da Declaração Universal dos Direitos do Homem que determina que todas as pessoas são livres e iguais em dignidade e direitos e que toda a pessoa tem capacidade para gozar os direitos e liberdades sem distinção de qualquer espécie (arts. 1º e 2º da DUDH).
Tudo isto para chegar a uma conclusão que há muito várias pessoas já chegaram, a norma constante do 1554º do CC é claramente inconstitucional e as normas inconstitucionais devem ser expurgadas.
Por outras palavras, a Constituição da República de Cabo Verde permite o casamento homossexual, todavia o Código Civil determina o contrário e, por isso, não temos nenhum homossexual em Cabo Verde a casar-se.
A verdade é que nem juridicamente, nem socialmente justifica-se a proibição do casamento homossexual, é simplesmente adiar o inadiável e persistirmos no erro de violar os direitos de alguns dos nossos cidadãos.
Socialmente não se justifica essa proibição, porque o direito é feito pela sociedade, mas ele também faz a sociedade, por isso, não pode ceder aos caprichos e pensamentos retrógrados desta. Qual é o motivo para não se permitir o casamento homossexual?
É anti-natura, anti-social? É porque o CC não o permite? É porque o fundamento do casamento é a procriação?
Já vimos que, com base nos artigos da Constituição acima enumerados, a norma do CC é inconstitucional e a norma já deveria ter sido alterada, tendo em conta que é dever do Estado assegurar os direitos dos cidadãos e há direitos que estão a ser claramente violados, o direito ao casamento e o direito a constituir família.
Para constituir família não é necessário a procriação, o casal em si já constitui uma família, não permitir que os homossexuais se casem não só é discriminação, como é violação do direito que todo o cidadão tem em se casar e de constituir família.
Ao estabelecer no princípio da igualdade que ninguém deverá ser prejudicado ou privado dos seus direitos em razão do sexo, implicitamente também está incluído a orientação sexual. O direito ao casamento e a constituir família está consagrado na Constituição e, segundo o art. 15º/1 é inviolável, logo o 1554º do CC perde toda a razão de ser.
O art. 1554º do CC fazia sentido há um século atrás onde se acreditava ignorantemente que a homossexualidade fosse uma doença, ou há 60 anos atrás onde se acreditava que a homossexualidade era sinónimo de HIV/SIDA. Num Estado de Direito Democrático e em pleno século XXI não faz qualquer sentido, mais do que isso é uma vergonha e uma mácula num país que pretende ser justo, defender e proteger os direitos humanos e dos seus cidadãos.
Estamos a violar o direito ao desenvolvimento da personalidade e a identidade porque estamos a dizer aos jovens homossexuais que apesar de a nossa Constituição consagrar que eles têm os mesmos direitos que qualquer outro cidadão, decidimos que afinal não pode ser assim, que não vamos cumprir o que a nossa Lei-Mãe determina.
Se eles perguntarem porquê, como não fica bem responder “por puro preconceito e atraso social” respondemos da forma politicamente e hipocritamente correcta “o Código Civil não o permite”.
Se eles perguntarem “mas afinal o artigo não é inconstitucional e se é um único artigo porque é que não se altera?”
Agradecia que respondessem por mim porque não vejo como responder de forma politicamente correcta a esta pergunta sem admitir que somos atrasados e preconceituosos.
Pois não consigo perceber como é que o “TODOS têm direito de contrair casamento” e o “TODOS têm o direito de constituir família” têm passado despercebido até agora. A própria Constituição consagra a família como o elemento fundamental e base de toda a sociedade e nós excluímos alguns dos nossos cidadãos, devido à sua orientação sexual, a fazerem parte da sociedade.
Porque, se não podem constituir o que é considerado a base e elemento fundamental da sociedade é porque estamos a excluí-los da sociedade.
Um argumento muito utilizado para responder o porquê de não se poder permitir o casamento homossexual, é um argumento profundamente religioso e sem querer ofender desprovido de qualquer sentido ou fundamento, que é a procriação.
Constituir família é um dos pilares do casamento, mas o mesmo não se pode dizer de procriar.
Se o casamento visa/ tem como base a procriação devo deduzir que as pessoas que sofrem de infertilidade e impotência também estão proibidas de se casar, afinal o fundamento, o fim do casamento não será alcançado, visto que eles não podem procriar. O mesmo para as pessoas que se casam e já se encontram numa idade avançada se a lei não impõe limite de idade para o casamento, isso não indicará que o casamento não se destina a procriação, tendo em conta que a partir de uma determinada idade a possibilidade de procriar deixa de existir?
Verdade seja dita na sociedade caboverdiana o casamento nunca foi sinónimo, nem condição necessária para a procriação.
A lei tem de acompanhar a evolução sócio-familiar e não pode intrometer-se na vida privada de cada um, ao proibir o casamento homossexual é precisamente isso que estamos a fazer.
Para além do Código Civil não há nada que exija, legalmente, que os cônjuges sejam do mesmo sexo e como já vimos o CC nesse aspecto está a violar a Constituição.
O casamento é mais um instrumento para o desenvolvimento da personalidade, liberdade, reserva da intimidade da vida privada, ao proibi-lo estamos a limitar esses direitos aos nossos cidadãos e a impedi-los de se desenvolverem em pleno.
Então fica a pergunta até quando o nosso legislador privará os nossos cidadãos dos seus direitos? O que é preciso para que o artigo 1554º do CC seja alterado e as pessoas possam exercer e gozar em pleno dos seus direitos?
Adalgiza Santos
Nota: Para saber mais sobre a problemática jurídica do tema aconselho um texto on-line do Prof. Doutor Pamplona Corte Real “Da índole pretensamente heterossexual do instituto jurídico do casamento”, convém ressalvar que a opinião aqui expressa vai de encontro à posição do autor.
O povo crioulo (alguns elementos) é muito complicado, mas tudo será bem explicado. Oz alupekaz inventaram o seu analfabetico analfabeto, com todo o Amor e Carinho sima sez may nxinaz desdy sez ragaz/ninho e o povo crioulo revoltou-se á brava. Agora está-se a discutir o casamento/união-ofical entre pessoas do mesmo sexo, usando a mesma palavra que outros povos usam para o mesmo fim e estão aqui pessoas a dizerem que a palavra ideal não pode ser esta. Pergunto que palavra é que os holandeses, sul-africanos, alguns estados norte-americanos e muitos países usam para descrever este tal acto? Já agora que peçam ao Marsi-anus, Mariuz Matuz, Zezinhuz, Guy Ramuz, Monstrondzoidez, Mane Begaz que arranjem a tal palavra e ja agora em alupekaz para a designação do tal acto. No meio de tudo isso eu acho que se legalizarmos estes actos, os nossos jovens meliantes e maridos violentos que andam perdidos em bebedeiras/fumarolas/violencias terão uma outra maneira mais sublime de tratarem das suas violencias, porque, enquanto estão a se encravar entre eles, a sociedade poderá dormir/acordar/respirar/estar descansada. Os paises onde são tolerados os homo-sapiens-sapiens, tal como a Holanda, são países aparentemente sem violencias. Muita gente não sabe o porque é que existe poligamia em muitos paises e tribos, mas a explicação que existe é para se poder ter muitos filhos, o maximo possivel, espalhar e perpetuar os laços sanguineos/religiosos entre as etnias/tribos. A Adalgiza está de Parabéns com este Tema, segundo a minha Opinião e a dos que estão comentando, embora tendo Pontos de Vistas diferentes. Quanto á palavra que acham que deve ser outra, o nosso não-vernáculo, mas, sim, tabernáculo marsi-anus vai tratar dela de certeza. O Kakoi, como já fez o dele no estrangeiro, ele bem nos pode dizer quais são os termos exactos que devem ser usados. Eu ja disse, repito, volto a repetir e repiti-lo-á doravante que o crioulo não tem cabeça para aguentar o alcool principalmente actualmente, porque tudo se finaliza em violencias. Nos tempos passados haviam gentis convivios entre os jovens e nas zangas, quando não se podiam evitar, os jovens lutavam corpo a corpo entre eles e depois do tira-teimas, sem sangue, iam tomar algumas cervejas entre eles e nunca mais se xingavam entre eles. Actualmente é logo “monamy faka/tiro na bunda”. Omy tem konsciencia/ Omy tem piedady; Omy tem djustiça/Omy tem perdom/; mas que Deus Nos Ajude e Ajude a todos para uma vida mais ordeira e sublime.
Olá!
Eu não pretendo ser repetitiva nos argumentos a favor do casamento entre duas pessoas do mesmo sexo, porque tenho que confessar que acho tão óbvio que é permitido que nem deveria haver discussão. Afinal quem somos nós para dizer quem deve casar-se ou não? Quem somos nós para decidir que determinadas pessoas não podem casar-se ou, que caso isso venha a ser permitido deverá ter outro nome; com que legitimidade e autoridade?
A meu ver nenhuma, por isso, não consigo perceber essa restrição. Para mim ela é completamente desprovida de sentido e viola os direitos dos outros cidadãos.
Foi levantada a questão do referendo, muito propício. Mas confesso que tenho algumas dúvidas se esta questão deverá ser referendada ou não. E antes que comecem a tirar ilações de que receio que não seja aprovada passo a explicar: eu concordo que as questões de grande relevância social e política, que irão de alguma forma abalar o nosso modo de vida deverão ser referendadas. A minha dúvida quanto ao referendo do casamento entre pessoas do mesmo sexo é que não é uma questão que irá abalar o “nosso mundo” e nem o nosso modo de vida. É um direito fundamental e os direitos fundamentais não são, ou pelo menos não deverão ser, referendáveis.
Os direitos fundamentais estão acima de qualquer sociedade e de qualquer discussão, é ao Estado que cabe assegurar que os direitos fundamentais estão a ser respeitados.
Os direitos fundamentais são internacionais e universais não são susceptíveis de referendo e sim de protecção estadual, não creio que faça muito sentido pedir à sociedade que opine sobre a protecção de um direito fundamental, os direitos fundamentais não são discutíveis.
Muitos alegam que deverá ser referendado porque vai contra os nossos hábitos e costumes, os costumes não são um bom argumento porque em várias sociedades, incluindo a nossa, temos costumes e hábitos que deveriam ser erradicados.
Posto isto creio que não se deverá sujeitar o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo ao referendo.
Cumprimentos, Adalgiza Santos
1- Adalgiza não quer falar sobre a adopção de crianças pelos casais homossexuais.
Porque será? Ora, presumo porque entende que esse também é um direito que se deve estender aos casais homossexuais, para não serem descriminados, para não serem vistos como casais de 2ª, pois, como refere, o artigo 23º …consagra o princípio da igualdade no qual encontra-se estabelecido que ninguém pode ser… prejudicado, privado de qualquer direito… em razão de raça, religião, cultura, sexo, condições sociais… ou ideológicas.
2- Seguindo a sua lógica, Adalgiza sustenta o fim da discriminação no acesso ao casamento homossexual, mas também sustenta a continuação da descriminação no acesso ao casamento polígamo.
3- Adalgiza ainda refere que o artigo 46º consagra no seu nº 1 “Todos têm direito de contrair casamento…”, mas também daí extrai a seguinte interpretação: “Para além do Código Civil não há nada que exija, legalmente, que os cônjuges sejam do mesmo sexo e como já vimos o CC nesse aspecto está a violar a Constituição. “
Da mesma forma, pergunto se é inconstitucional o facto de haver uma idade mínima para casamento, já que a Constituição diz que todos têm direito de contrair casamento.
A constituição diz que TODOS têm direito a contrair casamento.
Peço à autora Adalgiza que me diga quem faz parte de TODOS. Esse TODOS tem algum tipo de limite? De sexo? Idade? Religião? Etc.
4 – Eu faço parte da sociedade e você também.
Afinal, como você diz, é à sociedade e ao Estado que cabe proteger a família – coisa que estamos aqui a tratar.
Veja lá se a lei cabo-verdiana permite ouvir a sociedade – a guardiã da lei.
“o art. 81º/3 determina o direito que todos têm de constituir família e, por fim, art. 86º estabelece que a família é o elemento fundamental e a base de toda a sociedade, como tal deve ser protegida pela sociedade e pelo Estado e que todos têm o direito a constituir família.”
5 – Quem erradica e introduz hábitos? A lei ou a sociedade?
6 – Respeitando a orientação sexual de cada um e vida privada, você acha que o homossexualismo é algo recomendável para a sociedade?
Na Cabo Verdi inda no ta ler na dicionários qui casal é:
Par composto de macho e fêmea, de homem e mulher.
Conjunto formado por marido e mulher.
Si no bai na conversa di progressistas no tem qui tira es conceitos di dicionário.
Casamento é a união legal entre homem e mulher, isto é, já não se aplica a união entre dois homens ou entre duas mulheres. Acho que aplicar o termo à união entre pessoas do mesmo sexo é pura confusão. Por mais que queiramos ser desenvolvidos e “mente avançada”, teremos de admitir que o termo casamento não se aplica ali.
Outra coisa é também a confusão que se faz do termo constituir família. Até quer-se fazer entender que constituir família trata-se apenas da decisão de duas pessoas viverem juntas ou de uma simples troca de apelidos e pronto. O conceito de família quer dizer país e filhos. Com essa percepção é que, certamente, o legislador da consituição terá consagrado a família como base da sociedade, isto é, sem ela, não haverá continuidade e a sociedade estará condenada ao desaparecimento. A menos que a ciência descubra uma forma de fazer gerar e nascer do relacionamento homossexual crianças.
A autora parece que tem simplesmente o olhar e a preocupação em defender o “casamento” estre pessoas do mesmo sexo e ponto final. Neste debate parece que as posições são fixas e não creio que haverá lugar para se chegar a entendimento ou alguém mover de uma posição para a outra. Aqueles que são contra, continuarão contra e os que são mais avançados continuarão sempre avançados.
Não responde em que termos é que uma suposta família gay possa representar base da sociedade; não responde uma questão fundamental que é a adopção de crianças, aliás saúdo o comentário do Karau_Timur, pois, se o primeiro passo é o reconhecimento legal do casamento homossexual, impedir a adopção é, em consequência, também uma violação de direitos do casal homossexual. Aliás, se alguém aceita o “casamento” homossexual e põe reservas no tocante à adopção de crianças é porque reconhece claramente que não é coisa boa para a nossa sociedade a união entre pessoas do mesmo sexo. Enfim, ficaremos a girar em torno da mesma questão. Mas temos também de responder às perguntas: será necessário, será útil à sociedade cabo-verdiana a “legalização” da união entre pessoas do mesmo sexo? Ou será apenas uma forma de satisfazer caprichos e hobbies de uma minoria? O que de bom trará isso para a nossa sociedade? Por último, confesso que ainda continuo com uma dúvida se o homossexualismo é uma simples opção sexual ou hereditário. É que por vezes dizem cada um é livre de fazer sua opção sexual. Estranho isso, difícil de compreender!
Oh Adalgiza! este assunto não é sobre direitos fundamentais, universais ou humanos, mas sim assunto de código civil sobre um contracto celebrado entre duas pessoas (subentende-se de sexo diferente).
Se fosse um assunto de direitos fundamentais, universais ou humanos, olha que: dos 192 países deste planeta terra, teríamos 184 em flagrante delito contra os direitos fundamentais universais porque não permitem o casamento entre pessoas do mesmo sexo, respeitando a etimologia da palavra e a sua história, etc.
Desses 192 países deste planeta terra, apenas 8 países estariam a respeitar os direitos fundamentais, universias e humanos porque permitem o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Nada mais falso!
A humanidade não é retrógrada! Esses 184 países não são retrógradas!
Uma minoria, muito pequena, é que pensa que mudar a etimologia e história do casamento é que é ser avançado. De 194, apenas 8 países embarcaram na ideia desse grupo manipulador, de que toda a humanidade pensa assim como eles.
Não concordar com o casamento gay não é uma coisa de católicos, porque qualquer outra religião no mundo também não defende isso.
Não é coisa de civilização porque nenhuma civilização defende isso.
Adalgiza, faça o favor de reler a cartilha do direito.
Tenho dito.
A.P.
Olá
Penso que o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo é um tema controverso, existe muitas opiniões sobre isso e pouco (ou nada) estudos científicos que nos ajudam a dissipar as dúvidas que pairam na atmosfera. Mas há uma questão que temos que ter em conta “respeitar as opiniões dos outros, é um caminho relativamente bom para chegar a um consenso”. Impor ideias aos outros está comprovado que não resulta em nada, há que trabalhar a mentalidade das pessoas. Se formos pelo caminho dos atrasados e os adiantados nunca mais chegaremos a um entendimento… em fim… Eu sou de acordo porque simplesmente estou a tentar sobreviver nesta “selva”… Não posso olhar para o galho do meu vizinho porque posso ficar sem o meu. Tenho sempre em mente o seguinte: “antes de julgar alguém, perguntas se tens o direito de o fazer. Porque não sabemos até que ponto somos responsáveis pelos males que acontecem aos outros. Mas respeito o meu vizinho se fizer o contrário…
Helena
London
Olá!
Pretendo simplesmente esclarecer uma questão, pareceu-me que houve alguma confusão e algumas pessoas perceberam que quando mencionei que todos têm direito ao casamento com isso estava também a incluir os menores; dois esclarecimentos: primeiro não sou eu quem diz que todos têm direito ao casamento é a Constituição, segundo a questão dos menores, ao contrário do casamento entre duas pessoas do mesmo sexo não é uma proibição é uma inibição ou restrição e deve-se ao facto do casamento ser considerado um contrato e como sabemos os menores, juridicamente, não são considerados capazes de celebrar um contrato e isto extende-se ao casamento. Não é uma proibição.
Quanto à questão do casamento não ser um direito fundamental, tenho sérias dúvidas e além disso por diversas vezes já tivemos provas de que a maioria nem sempre tem razão.
Obrigada.
Quem faz parte do TODOS da constituição? É que aí não há referência nem sequer à idade, nem ao número de cônjuges ou orientação sexual, no que toca ao casamento. Como não se especifica, tudo o que é especificado noutro espaço – código civil – soa como inconstitucional. Este é o argumento usado para se permitir o “casamento” homossexual: “Se a constituição diz TODOS, porque os homossexuais não farão parte desse todos? É uma discriminação.” – Dizem eles. O mesmo podiam dizer os poligâmicos ou jovens ainda menores.
Sempre se pensou que esse TODOS eram todos, mas segundo o código civil… Ou seja, maiores de idade, homens com mulheres e um cônjuge para cada um – restrições.
Agora, segundo a tese da Adalgiza, em nome dos direitos humanos sabemos que a Constituição se referia a esse TODOS como alguns (heterossexuais e homossexuais, mas nunca polígamos ou um jovem de 16 anos).
Só a questão do sexo é que parece ser discutida quando se fala de TODOS, segundo a lei que você refere… Porque será?
A restrição de que fala sobre os menores de não poderem celebrar um contrato parece-me que não está Constituição, mas noutro código legislativo. É o mesmo argumento que os homossexuais usaram: “A restrição do “casamento” homossexual não está na Constituição, mas noutro código legislativo…
Está claro agora a questão de quem é que está a ser posto de relevo, descriminado, distinguido em relação aos demais – os homossexuais!
Eles têm uma base de apoio com muito poder, apesar de ser uma minoria e têm conseguido levar a água ao seu moinho, descriminando os outros que não têm esse lobby gay como apoio.
Folgo em saber que já tem dúvidas. Pelo menos “o casamento como direito fundamental” já não é uma certeza para si.
Faz bem em render-se às evidências.
Força aí.
Continua sem responder sobre a questão da adopção e sobre a descriminação sobre os outros que ficam de fora do casamento, quer por terem uma religião difente, práticas culturais diferentes, idades diferentes, etc.
ola a todos,antes de tudo meus parabens pelo site,e pelo comentos so assim sabemos o que estamos a falar e realizar,eu seou gay,e cabo verdiano,que vive com outro,e casado.penso que sou o unico cabo verdiano,porque nao conheço ninguem.mas gostaria de ver mais cabo verdianos a declarar,sera que tem alguem?
Olá!
Já foi levantada mais do que uma vez a pergunta porque é que eu não respondo as questões sobre o casamento poligâmico e a adopção por parte dos casais homossexuais, o motivo é simples: eu não misturo as coisas estamos a debater o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo e não os dois temas acima referidos.
E expressei-me mal quando eu disse que tinha sérias dúvidas se o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo era ou não um direito fundamental, porque a verdade é que eu não tenho quaisquer dúvidas de que é um direito fundamental. Peço desculpas pelo meu lapso.
Não pretendo incutir as minhas ideias a ninguém, nem tornar-me porta-bandeira da causa homossexual simplesmente defendo como pessoa e como jurista a legitimidade do casamento entre duas pessoas do mesmo sexo.
Quanto às questões que insistem em misturar com o tema do casamento, já disse e repito, se assim o quiserem eu posso escrever um artigo sobre isso. Mas, não vou discutir estes temas neste artigo.
Obrigada.
mas uma coisa,uma vez que aqui estou,a Teófilo soares,a homossexual não é um obbie nem capricho,de uma certa minoria, não somos memoria,a nossa homossexualidade não é capricho,eu nasci gay, sou gay, apenas que antes não o aceitava porque a sociedade não o permitia, caso fosse ereditaria o meu pai ou a minha mãe também eram. Que todos fiquem a saber sou gay cabo verdiano declarado, não tem nenhum mal em se-lo,aqui onde vivo as pessoas são respeitadas,alguns aceitem outros não,mas isso é normal ninguém é obrigado a aceitar a minha homossexualidade como em ser um negro gay,ou um negro no pais europeu,mas sim existe o respeito. Não me interessa o que as pessoa pensem de mim,mas sim que me respeitem. Quando as crina4as não é porque somos gays que aos filhos que adotamos serão tb,eu não sei si senhores preferem terem as crianças em lares abandonadas sem família e sem amor do que vivem com dois homens ou duas mulheres?!mas se é a vossa preocupação que as crianças nos chamem de pai pai,ou mãe, não. A criança vem a saber ja de tudo,e que principalmente somos la para ama-la educarla pela vida, dizer esta criança que nao podemos ter filhos mas que é nosso filho de. Sou gay mas a nem a minha mãe nem o meu pai sao. Eu sei o que sofre ai{em cabo verde, as pessoas dizem que não importem que não tem a descriminação em cabo verde mas isso não é verdade,porque caso contrario,,,,,,,,tinha homossexuais declarado sim,,,,e muitos,em cabo verde não tem uma lei que nos protege,uma vez vi um porque eu sei ver quem são, vi e ouvi os comentários das pessoas quando esse rapaz passava,e eram horríveis,em cabo verde nos os homossexuais somos tratados como doentes mentais,e tantas vezes vi issso nos olhos cabo-verdianos,somos tratados como palhaços nos circos,passa um todos comecem a rir e a comentar olha aqui olha la,,,,,,,a todos que são gays, lesbicas ou bissexuais de cabo verde não desistem de serem aquilo que são,afirmem aquilo que são sem receio porque só isso vos salvara,porque aceitar aquilo que somos nos faz forte. E eu vos digo porque sou,porque sei quem sou,e sei para onde vou,e querem saber o que me sinto livre,,,,,,,vivo num pais acreditem que me aceita a minha homossexualidade,que me respeita a minha homossexualidade,que me recebeu de mãos dadas,que me deu trabalho e que me respeitou, enquanto que o meu pais natal não,porque os governos não fazem nada querem so para eles,querem comer e comer,sem fazer nada a população,como em todos países africanos,a corrupção africana todos conhecem,e ate continuamos assim nunca o nosso pais vai avante,,,porque quando mais um ministro de cabo verde tem dinheiro suficiente para abrir uma conta em suíça enquanto as pessoas estão morrendo de fome no seu próprio pais,quando mais um pai come sem deixar que os seus filhos comem,quando mais um partido ganha e faz com que aquele que vota nele e os outros não, que pais democrático é esse,,,,,,,,,?????????péssimo governação mas ninguém abri os olhos para isso,alguém faz alguma coisa não?porque estou todos a comer e enquanto os outros morrem de fome,,,,,,sim cabo verde esta a ser conhecido pelos trabalhos que fazemos mas quais trabalhos?se são sempre os outros que comem, são sempre as mesma pessoas,,,,e os outros?se próprio em cabo verde sim na minha própria pátria sou discriminado quando estou em um hotel,porque turistas como nos ,,,,cabo-cabo-verdianos ,,,,cabo-verdianos não nos querem nos hotéis. As vezes penso que estamos a andar para trás,,,,,,,,não pra frente meus amigos,o turismo trousse trabalho mas ate ai não é para todos,,,,sabem quantos devemos a shell com as dividas do petrolio, alguém sabe?alguém sabe,que caso contrario o shell pode não nos vender mais a gasolina porque alguém roubou o dinheiro que era destinado a pagar as divida?alguém sabe?mas a informação chega so aos mais potente de cabo verde. Viva cabo verde,,,viva qualquer partido cabo cabo-verdiano que faça comer todos nos,,,,,,fiquem com paz,e continuo a pensar de coração na minha pátria cabo verde. Muitíssimo obrigado a Adalgiza santos pela inteligente intelectuais que tive em falar do casamento gay, pela inteligente como so a mulher cabo verdiana sabe fazer, como pilhar da cultura cabo verdiana, porque sem vocês mulheres cabo verdianas nos por essa hora não sarenos aqui,,,,muitíssimo obrigado a todas.
NÃO FICA BEM AOS JURISTAS, DESCAMBALHAREM PELA ESTRADA DA INOCÊNCIA DISFARÇADA,, SABENDO QUE TÊM POLÍCIAS DO LABORATÓRIO ÉTICO-MORAL ATRÁS!!!
O QUE A DR ADALGIZA E O DR DEMIS DEVEM ENTENDER É QUE, EM DIREITO EXISTEM BENS JURIDICAMENTE TUTELADOS CMO SENDO A LIBERDADE DE EXPRESSÃO, E ISSO TAMBÉM É NORMAL MAL MESMO QUE QUE SE PISE O PANTANAL DA LIBERDADE DO OUTRO, OU QUIÇA TERMODINAMICAMENTE FALANDO,(PELA SUA PRIMEIRA E SEGUNDA LEI) REFUTEM OU DEFINITIVAMENTE ACEITEM A EXISTÊNCIA DE DEUS, SERÁ SEMPRE UMA “SINGLE CHOICE” DA VIDA!!!!!!!!!
O QUE DEVEMOS É TER CUIDADO, É VIVER IPOTECADAMENTE FALANDO O NOSSO FUTURO, UM ASSOMBRAÇÃO IMERECIDA.
P.S:SE EU FOSSE A VIDA EU DIRIA “(E SOU A VIDA)” :AI! QUE A MINHA GERAÇAO TILINTA, NO FESTIVAL DA HIPOCRISIA.
POIS QUEM ÉS TU TU OH BABILÓNIA ENCAPUSADA, VAI E DIZ A SIÃO QUE A CHEGADA DO REI É, O OPRÓBRIO DOS FRACOS DO SENTIMENTO.
A Adalgiza dá a entender que 98% dos países do mundo é que está mal só porque defendem o casamento, tal como sempre existiu ao longo da história e em todas as civilizações – entre homem e mulher.
Não aborda o tema da adopção porque lhe é incómodo ou porque vai entrar em contradição. O mesmo com o casamento poligâmico.
Todos estes, assuntos sobre a constituição da família e que não estão separados deste tema que a autora levantou com este artigo, onde a mesma entrou em temas que não têm nada a ver com o assunto.
Era bom que fosse mais clara, porque acredito que desta forma nos iluminava sobre o modelo de família que defende.
Veja lá se responde àquelas perguntas que lhe coloquei num “comment” mais atrás, pelo menos a duas delas para debate… já que o seu texto também serve para isso.
Mas esclarecer depende de si… Toca e foge não vale.
Liberalizar o casamento homosexual, é obliterar a moralidade dum país e hipotecar o seu carater de civilização cultural coletiva do seu povo, tendo em conta que desde os primórdios da humanidade, o conceito de familha se restringiu a partilha de afecto, carinho, respeito entre as pessoas de sexo diferente, isto é, entre o homem e a mulher.
Agora a merçê, dum pensamento libertino e doseado de promiscudade sentimental, dos que o defendem usando como, bode expiatório o principio da igualdade entre os homens, querem o defender?
Na vida há dois caminhos diferentes a seguir, o bem e o mal, a justiça e a injustiça, o certo e o errado, mas também cada um no tempo certo colherá os seus frutos.
Assim também é um país que se aventura em defender princípios aparentemente distribuidores duma equidade justa mas, que não passam duma mentira com a face de verdade.
Cabo Verde então não se pode ao luxo de debitar o futuro da sanidade sentimental do seu povo porque, acabará por creditar a iniquidade FUTURA da mesma.
ABRAÇOS
Para os que pensem que a homossexualidade é o mal,se enganem,,,,,,,,,é apenas outra forma de amar,,,,eu amo outro homen e nao penso que seja um mal,problema é de quem pensa.um dia daremos a conta ,,,,,,,,,,,se ele existe.
o Amor entre um home e uma mulher é que é uma coisa natural, normal e além disso é coisa boa!!! Amar um animal também é amorrrrrrrrrrrrrrr…
ehhhhhhhhh
Andei uns dias fora e pensei que encontraria mais comentarios a este artigo mas parece que não ha qualquer publicidade a este artigo, a não ser as que eu fiz. Tambem é pena que o artigo se coincidiu com os festejos natalicios e do novo ano. Podem crer que mais pessoas virão aqui dar as suas verdadeiras Opiniões. Quanto ao desabafo do Gayato, gosto de ouvir e refletir sobre as opiniões das pessoas das causas tratadas. Eu nada tenho contra os Gayatoz, porque acho que é melhor ser Gayato do que ser um fastento ou delinquente/thugz porque os gayatoz tem a mania de viver as suas vidas e são extremamente generosos, conforme a opinião dos que lidaram melhor com eles. Ser gayato não é ser criminoso nem pedofilo, portanto que se discuta o tema e ter respeito aos outros com maneiras diferentes de encarar a sua sexualdade. Acho que a questão do casamento entre os gayatoz têm mais a ver com questões economcas e transmissoes de bens a serem reconhecidos pelo Estado, como acontece entre marido e mulher. A questão só do vestir da noiva, acho, tem um peso inferior. Esqueçamos a adopção e poligamia e tratemos, por enquanto, deste assunto.
Bem, se a questão for a do direito sucessório como pretende o Undertaker, acho que não haverá nenhum problema: se os Gayatoz se amam tanto – convém dizer que isso não é amor mas deturpação do Heros – existem sempre outros mecanismos notariais entre os quais o testamento. A instituição casamento é muito mais complexa do que uma simples questão económica ou sucessória. Um casamento tem implicações não só para os “contratantes” como também para a sociedade, por isso mesmo é que ele foi instituido como tal e a famíli, em consequência, considerada base da sociedade.
Convém não tomar de ânimo leve ou com alguma inocência essa deturpação do heros, porque nem sempre é tão inofensivo como parece ser. Os lobos também sabem disfarçar com peles de cordeiros. Que o digam alguns que sofrem por causa de assédios!
Por ora, continuo defendendo que cada um deve fazer da sua vida o que bem entender; esde que não interfira com a liberdade do outro, ninguém deve ser marginalizado ou privado em direitos. Porém, casamento é uma instituição direito de todos, contanto que seja entre um macho e uma fêmea. É essa a regra principal, fora desse princípio é deturpação da instituição. candidatar-se por exemplo a Presidente da República é um direito que assiste a qualquer cidadão no uso das suas liberdades, mas para isso tem de estar em perfeito gozo dos seus direitos e ser maior de 35 anos. As regras têm a sua razão de ser.
Assinem a petição:
CONTRA A PETIÇÃO ANTI-CASAMENTO HOMOSSEXUAL
http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N1140
CARO
TEÓFILO SOARES
EU SUBSCREVO AS SUAS PREOCUPAÇÕES, NO ENTANTO EU LHE DIGO: A SOCIEDADE QUE NÓS TEMOS HOJE( STRICTUS SENSU), É FRUTO DO DÉFICE ORGANIZACIONAL INERENTES AO ESPRECTO FAMILHAR EM CABO VERDE.
O ASSALTO A MÃO ARMADA, O DESRESPEITO PELOS PAIS, O MEDO EXACERBADO, SÃO FRUTOS DE MÁ ORGANIZAÇÃO INTRA-FAMILHAR, AONDE INFELIZMENTE O FENÓMENO DA SUBVERSÃO DE VALORES TOMA CONTA, DO NO QUOTIDIANO.
O QUE É CERTO É O QUE É ERRADO E O QUE É ERRADO É O QUE É CERTO.
CERTO, É SUBVERTER A CIVILIZAÇÃO CULTURAL DOS POVOS PERMITINDO A INSTITUIÇÃO DUM CASAMENTO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO, ERRADO É E ESTÃO OS QUE LUTAM, POR UM MUNDO IMBUÍDO DE VALORES SUPRACONSTITUCIONAIS, QUE EM TUDO O BENEFICIA.
CONTINUAM ASSIM E VAMOS VER ATÉ ONDE O NOSSO PAÍS VAI……..
CIENTE, ESTOU QUE O COMBATE POLITÍCO ME ESPERA, E PODEM CRER QUE LUTAREI CONTRA INFANTÍS DO SENTIMENTO.
A PAZ
O casamento entre os gayatoz é um assunto tão controverso que merece ser discutido e bem. Eu não sou contra; desde que me respeitem eu os respeito a multiplicar. Digo ao Teofilo Soares que eu apenas citei o direito da sucessão, porque só o testamento nao serve para resolver essas questões. Já ouvi de noticias de gayatoz que perderam os seus metades e depois não lhes foram reconhecidos quaisquer direitos a não ser o que estava estipulado no testamento. Eu acho que o casamento dos gayatoz so para o assinar e preencher o papel não faria qualquer sentido a não ser que tenha outro objectivo tal como eu disse. Se não tivesse outro objectivo todos os gayatoz vestiam-se de nubentes, arranjavam os seus madrinhos e as suas padrinhas e dariam o xarem, sem fastenturaz, e pronto! Outro dos direitos subjacentes a esse casamento é para poderem ter o seu par certo, como acontece com as mulheres quando amarram os seus esposos e, também, poderem passear com os pares de mãos dadas sem serem troçados, porque podem chamar as autoridades, denunciando a discriminação e declarando publicamente “Olha lá, me respeite que eu sou casada!”. Eudigo que o assunto é muito conroverso, porque até os constitucionalistas portugueses estão divididos, porque uns acham que os gayatoz podem fazer o casamento de Santo Antonio de Lisboa e outros acham que não. Quem acha que sim, pergunta ao que acha que não, porquê a discriinação? O outro responde que o casamento é feito pela municipalidade de Lisboa, mas é em honra a um Santo, logo a Igreja é frontalmente contra este tipo de casamento, porque a Igreja prefere que se faça tudo ás escondidas desde que os seus cofres se encham.
deixem lá os católicos em paz porque nenhuma igreja ou religião apoia o casamento homossexual.
A RELIGIAO ANGLICANA SIM,,,,A IGREJA PROTESTANTE.INFORMA-TI
A Igreja Catolica não apoia o casamento entre pessoas do mesmo sexo, mas, de vez em quando, surgem casos como os que surgiram e estavam encobertos nos States durante uns 50 anos, em que os padres usavam, escondidamente, o ditado e a regra do mais simples que era o de: “Deixem vir a nós as criancinhas”.
ja me informei. o cristianismo, budismo, islamismo, etc. não recomendam esse tipo de prácticas.
aliás, são desaconselháveis e nalguns casos, fortemente punidos.
tal como a homossexualidade (às escondidas ), a pedofilia infelizmente dá-se (também às escondidas) entre católicos, como entre protestantes, entre islamicos, etc., mas não fica entre religiosos. Vai da esquerda política à direita.
Vai dos ricos aos pobres. Vai dos cultos aos ignorantes. Vai dos negros aos brancos. Vai daqui pra ali.
Portanto, deixem lá de apontar dedinhos aos católicos, porque infelizmente essa vergonha é mais abrangente.
kakakkakakaka,,,,,falem da igreja catolica ou da igreja catolica como se fosse a de nossa cultura africana,porque lamento muitos mas nao sao;vao falar em Vaticano se por acaso considerem africanos como filhos de deus,,,,,,nao tem pior cego do que aquele que ve.
oh Nomeadmilson: desde quando o protestantismo é que é africano? nem católico, nem nada. não se percebe o seu comentario
Nós homossexuais temos direito a viver em livre vontade como uma pessoa de sexo oposto e também temos dierito ao casamento e acho que o povo vai acabr por entender isto, que nós todos temos direito a viver a nossa como quizemos e ter nosso opção de vida e isto não é nada de errado.
O governo de cabo verde tem de ver que todos nós temos os memsos direitos que qualquer outro.
estou pretendendo casarme e quero exigir o meu direito de ser livre e se existe um çei que aprova que não podes discriminar nenhum homossexual e também que existe lei que diga que todos tem dierito ao casamento.
e, concordo com a rapariga Dagi de tudo o que ela diz.
Temos dierito a viver em liberdade.
Na minha opinião acho que a sociedade caboverdiana tem muito a ganhar com isto porque não devemos viver numa sociedade com uma só mentalidade e que os homossexuais saem desta discriminação e viver livres. A sociedade esta preparado para viver com este tipos de coisas e ás vezes próprio sociedade exige.
asssim as pessoas mudam de mentalidade.